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Aceitar, rejeitar ou questionar? Análise crítica de discursos de jovens sobre políticas de igualdade

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Resumo:(Excerto) No contexto português as iniciativas de análise dos discursos das/os recetoras/es de media, no que concerne as questões de género, não tem ainda sido uma prioridade de investigação. Este artigo pretende contribuir para a problematização crítica (e.g. Ferin-Cunha, 2007; Lobo e Cabecinhas, 2010) centrando-se na receção de conteúdos informativos sobre políticas de igualdade de género. Como refere Lígia Amâncio (2003), o facto da área dos estudos de género ter sido introduzida tardiamente por limitação do período ditatorial português de quase meio século marcou de forma indelével a invisibilização dos esforços da segunda vaga dos feminismos na luta pela igualdade de género. A investigação feminista dos media em Portugal, mais concretamente, dividia-se inicialmente em duas grandes áreas fundamentais: estudos feministas dos media e investigação da esfera pública (Silveirinha, 2001). Em virtude dos desenvolvimentos posteriores, esta proposta inicial veio a ser complementada passando a centrar-se em trabalhos de três grandes domínios: representação dos conteúdos; produção e institui- ções mediáticas; audiências, receção e identidades (Silveirinha, 2004).
Autores principais:Magalhães, Sara I.
Outros Autores:Cerqueira, Carla Preciosa Braga; Cabecinhas, Rosa; Nogueira, Maria Conceição
Assunto:Estudos de receção Feminismo Média Análise do discurso
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:(Excerto) No contexto português as iniciativas de análise dos discursos das/os recetoras/es de media, no que concerne as questões de género, não tem ainda sido uma prioridade de investigação. Este artigo pretende contribuir para a problematização crítica (e.g. Ferin-Cunha, 2007; Lobo e Cabecinhas, 2010) centrando-se na receção de conteúdos informativos sobre políticas de igualdade de género. Como refere Lígia Amâncio (2003), o facto da área dos estudos de género ter sido introduzida tardiamente por limitação do período ditatorial português de quase meio século marcou de forma indelével a invisibilização dos esforços da segunda vaga dos feminismos na luta pela igualdade de género. A investigação feminista dos media em Portugal, mais concretamente, dividia-se inicialmente em duas grandes áreas fundamentais: estudos feministas dos media e investigação da esfera pública (Silveirinha, 2001). Em virtude dos desenvolvimentos posteriores, esta proposta inicial veio a ser complementada passando a centrar-se em trabalhos de três grandes domínios: representação dos conteúdos; produção e institui- ções mediáticas; audiências, receção e identidades (Silveirinha, 2004).