Publicação

A Horta-STOL é muita fruta!

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:As hortas urbanas afirmam-se como oásis multifacetados de interesse incontornável. Para tal contribuem: a previsão de 70% da população mundial vir a viver em zonas urbanas, a escassez de bens alimentares, a crescente degradação ambiental e a perda de biodiversidade, entre outros. Estes espaços, que permitem o contacto com a natureza mesmo que a pequena escala, trazem vários benefícios psicossociais e económicos, quer aos diretamente envolvidos, quer à franja alargada da população. A Horta-STOL (Science Through Our Lives) é um pequeno espaço no campus da UMinho cultivado há 2 anos, no início com fins pedagógicos e que depressa se alargou a local de ensaio e fonte de recursos para projetos SciCom. Compostamos, gerimos a água e o espaço, testamos a co-cultura vegetal, protegemos a biodiversidade e o solo, incentivamos polinizadores, preservamos e trocamos sementes e criamos/conservamos produtos alimentares. A par, a Horta-STOL conta no seu portefólio, com: mais de 150 espécies (vegetais, animais e de macrofungos) inventariadas numa app em fase de experimentação; 6 jogos de tabuleiro sobre a sua biodiversidade (testados e avaliados com públicos-alvo); 15 oficinas no local e em instituições de Braga, participação nas NEI 22 e 23, diversas visitas guiadas (alunos e docentes UM e de outras universidades, escolas, vizinhos de outras hortas) todos com vários indicadores de impacto; 4 comunicações em congressos; e neste momento estamos a montar uma exposição SciArt no B-Lounge-UM. Por fim, a Horta-STOL, um talhão nas hortas comunitária UMinho cuja origem remonta a 2011 e que se vinham a manter em modo letárgico, foi “descoberta” pela comunidade académica, despertou a atenção da reitoria interessada na valorização ambiental dos campi e na sua “requalificação para além de locais de atravessamento” e tem-se afirmado como espaço de aprendizagem para os hortelãos vizinhos. Nem tudo são rosas. Ou melhor... As rosas têm espinhos. Queremos apresentar-vos a “flor” inteira.
Autores principais:Thomaz, Juliana
Outros Autores:Moura, Clara D.; Guimarães, Filipe; Pinto, Mike; Nobre, Alexandra
Assunto:Biodiversidade Sustentabilidade
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:As hortas urbanas afirmam-se como oásis multifacetados de interesse incontornável. Para tal contribuem: a previsão de 70% da população mundial vir a viver em zonas urbanas, a escassez de bens alimentares, a crescente degradação ambiental e a perda de biodiversidade, entre outros. Estes espaços, que permitem o contacto com a natureza mesmo que a pequena escala, trazem vários benefícios psicossociais e económicos, quer aos diretamente envolvidos, quer à franja alargada da população. A Horta-STOL (Science Through Our Lives) é um pequeno espaço no campus da UMinho cultivado há 2 anos, no início com fins pedagógicos e que depressa se alargou a local de ensaio e fonte de recursos para projetos SciCom. Compostamos, gerimos a água e o espaço, testamos a co-cultura vegetal, protegemos a biodiversidade e o solo, incentivamos polinizadores, preservamos e trocamos sementes e criamos/conservamos produtos alimentares. A par, a Horta-STOL conta no seu portefólio, com: mais de 150 espécies (vegetais, animais e de macrofungos) inventariadas numa app em fase de experimentação; 6 jogos de tabuleiro sobre a sua biodiversidade (testados e avaliados com públicos-alvo); 15 oficinas no local e em instituições de Braga, participação nas NEI 22 e 23, diversas visitas guiadas (alunos e docentes UM e de outras universidades, escolas, vizinhos de outras hortas) todos com vários indicadores de impacto; 4 comunicações em congressos; e neste momento estamos a montar uma exposição SciArt no B-Lounge-UM. Por fim, a Horta-STOL, um talhão nas hortas comunitária UMinho cuja origem remonta a 2011 e que se vinham a manter em modo letárgico, foi “descoberta” pela comunidade académica, despertou a atenção da reitoria interessada na valorização ambiental dos campi e na sua “requalificação para além de locais de atravessamento” e tem-se afirmado como espaço de aprendizagem para os hortelãos vizinhos. Nem tudo são rosas. Ou melhor... As rosas têm espinhos. Queremos apresentar-vos a “flor” inteira.