Publicação
O potencial formativo de um contexto complexo de trabalho: um estudo a partir do ponto de vista do estagiário
| Resumo: | Ao falarmos de educação e de formação estamos a falar de socialização e de processos de interação diferenciados. Sabemos que o ser humano é um ser complexo e singular, construindo-se com base nas experiências vivenciadas em múltiplos contextos no decurso da sua vida, estando em constante aprendizagem, seja na família ou no grupo de pares, através de experiências informais e, muitas vezes, nem sequer se apercebe deste tipo de experiência educacional, pois, na maioria dos casos, não é uma aprendizagem intencional e consciente. Estas aprendizagens resultam das atividades quotidianas e não são aprendizagens estruturadas. De salientar que inicialmente a aprendizagem/formação experiencial não constituía uma preocupação nem um objetivo, mas acabamos por a privilegiar, porque o funcionamento do contexto de trabalho assim o ditou, dado que era hiperestruturado e orientado para tarefas rotineiras e estandardizadas. Esta situação conduziu-nos à seleção de dois quadros teóricos antagónicos: um, centrado na Teoria da Burocracia e na Ideologia da Qualidade Total (fundamentos da Teoria da Nova Gestão Pública) e outro centrado na Educação Informal ou Experiencial. Face à problemática em presença, optei por uma metodologia qualitativa, tendo administrado oito entrevistas a diferentes profissionais que exercem ou já exerceram a sua atividade profissional no contexto em estudo e construído um diário de bordo orientado por uma listagem das atividades realizadas no estágio. |
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| Autores principais: | Cunha, Angelina Raquel Fernandes |
| Assunto: | Educação informal Formação experiencial Burocracia Nova gestão pública Qualidade total Informal education Training Bureaucracy New public management Total quality |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Ao falarmos de educação e de formação estamos a falar de socialização e de processos de interação diferenciados. Sabemos que o ser humano é um ser complexo e singular, construindo-se com base nas experiências vivenciadas em múltiplos contextos no decurso da sua vida, estando em constante aprendizagem, seja na família ou no grupo de pares, através de experiências informais e, muitas vezes, nem sequer se apercebe deste tipo de experiência educacional, pois, na maioria dos casos, não é uma aprendizagem intencional e consciente. Estas aprendizagens resultam das atividades quotidianas e não são aprendizagens estruturadas. De salientar que inicialmente a aprendizagem/formação experiencial não constituía uma preocupação nem um objetivo, mas acabamos por a privilegiar, porque o funcionamento do contexto de trabalho assim o ditou, dado que era hiperestruturado e orientado para tarefas rotineiras e estandardizadas. Esta situação conduziu-nos à seleção de dois quadros teóricos antagónicos: um, centrado na Teoria da Burocracia e na Ideologia da Qualidade Total (fundamentos da Teoria da Nova Gestão Pública) e outro centrado na Educação Informal ou Experiencial. Face à problemática em presença, optei por uma metodologia qualitativa, tendo administrado oito entrevistas a diferentes profissionais que exercem ou já exerceram a sua atividade profissional no contexto em estudo e construído um diário de bordo orientado por uma listagem das atividades realizadas no estágio. |
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