Publicação
O ensino e a aprendizagem de estatística com tecnologia : uma experiência no 7º ano de escolaridade
| Resumo: | Neste estudo trata-se uma intervenção de ensino em Estatística com tecnologia, em que se abordaram os tópicos: amostragem, gráfico de barras, circular e histograma numa turma do 7º ano de escolaridade, constituída por 19 alunos, pertencente a uma escola do concelho de Barcelos. O estudo teve como finalidades: motivar os alunos para as aprendizagens em Estatística; promover aprendizagens mais significativas em Estatística; e contribuir para a melhoria das aprendizagens em Matemática. Para isso, utilizaram-se como metodologias de ensinoaprendizagem tarefas significativas para o aluno, o trabalho de grupo e tecnologia, e como estratégias de investigação/avaliação da ação um teste diagnóstico de Estatística, gravações da intervenção, tarefas realizadas pelos alunos, um teste de avaliação com tecnologia e um questionário. Este estudo desenvolveu-se em torno de quatro objetivos: 1) Identificar formas de utilização da tecnologia no ensino e aprendizagem da Estatística; 2) Reconhecer aspetos fortes e aspetos frágeis na utilização da tecnologia no ensino e aprendizagem da Estatística; 3) Averiguar as perceções dos alunos acerca da utilização da tecnologia na aprendizagem da Estatística; 4) Relacionar as perceções dos alunos sobre a utilização da tecnologia e a sua aprendizagem em Estatística. Em termos de resultados obtidos, constatou-se um maior número de aspetos fortes do uso da tecnologia do que de aspetos frágeis. O uso do computador por grupo revelou-se a forma mais eficaz de integrar esta tecnologia na aula de Matemática. Também se conjugou a tecnologia com o papel e lápis de três formas, já apontadas por Demana e Waits (1994): a tecnologia como feedback; a tecnologia como geradora de uma ideia geral do problema; e a tecnologia como único meio de resolver o problema. A tecnologia como geradora de uma ideia geral do problema foi a mais frequente e levou à construção mais rápida do gráfico de barras e do circular. Relativamente às perceções dos alunos, verificou-se que as raparigas atribuíram mais relevância ao uso de tecnologia do que os rapazes e os alunos com fraco desempenho enfatizaram mais a utilização da tecnologia do que os melhores alunos da turma. |
|---|---|
| Autores principais: | Gonçalves, Catarina Vasconcelos Pereira |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Neste estudo trata-se uma intervenção de ensino em Estatística com tecnologia, em que se abordaram os tópicos: amostragem, gráfico de barras, circular e histograma numa turma do 7º ano de escolaridade, constituída por 19 alunos, pertencente a uma escola do concelho de Barcelos. O estudo teve como finalidades: motivar os alunos para as aprendizagens em Estatística; promover aprendizagens mais significativas em Estatística; e contribuir para a melhoria das aprendizagens em Matemática. Para isso, utilizaram-se como metodologias de ensinoaprendizagem tarefas significativas para o aluno, o trabalho de grupo e tecnologia, e como estratégias de investigação/avaliação da ação um teste diagnóstico de Estatística, gravações da intervenção, tarefas realizadas pelos alunos, um teste de avaliação com tecnologia e um questionário. Este estudo desenvolveu-se em torno de quatro objetivos: 1) Identificar formas de utilização da tecnologia no ensino e aprendizagem da Estatística; 2) Reconhecer aspetos fortes e aspetos frágeis na utilização da tecnologia no ensino e aprendizagem da Estatística; 3) Averiguar as perceções dos alunos acerca da utilização da tecnologia na aprendizagem da Estatística; 4) Relacionar as perceções dos alunos sobre a utilização da tecnologia e a sua aprendizagem em Estatística. Em termos de resultados obtidos, constatou-se um maior número de aspetos fortes do uso da tecnologia do que de aspetos frágeis. O uso do computador por grupo revelou-se a forma mais eficaz de integrar esta tecnologia na aula de Matemática. Também se conjugou a tecnologia com o papel e lápis de três formas, já apontadas por Demana e Waits (1994): a tecnologia como feedback; a tecnologia como geradora de uma ideia geral do problema; e a tecnologia como único meio de resolver o problema. A tecnologia como geradora de uma ideia geral do problema foi a mais frequente e levou à construção mais rápida do gráfico de barras e do circular. Relativamente às perceções dos alunos, verificou-se que as raparigas atribuíram mais relevância ao uso de tecnologia do que os rapazes e os alunos com fraco desempenho enfatizaram mais a utilização da tecnologia do que os melhores alunos da turma. |
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