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Características e especificidades da comunicação social na perturbação do espectro do autismo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo descreve e problematiza as características da Comunicação Social na Perturbação do Espetro do Autismo (PEA), tendo por base os critérios de diagnóstico do Manual de Diagnóstico das Perturbações Mentais, DSM 5. Destaca, entre outros aspetos, a fusão da interação social com a comunicação relevando a sua importância para a definição do diagnóstico e da intervenção em crianças com PEA. Confronta ainda as diferentes perspectivas que sustentam argumentos e críticas à classificação proposta pelo DSM-5. Analisa a especificidade da linguagem, do discurso, da pragmática, da prosódia da sintaxe, da morfologia e da semântica na criança com PEA, bem como as suas implicações na adequação e desenvolvimento das suas competências comunicativas. A identificação destas competências reforça a importância de uma intervenção o mais precoce possível, realizada nos contextos naturais, da criança e da sua família, que objetive a potencialização de níveis de envolvimento e participação da criança, promotores de oportunidades de aprendizagem e de desenvolvimento das suas competências comunicativas e sociais.
Autores principais:Reis, Helena Isabel Silva
Outros Autores:Pereira, Ana Paula da Silva; Almeida, Leandro S.
Assunto:Educação especial Comunicação Social Comunicação social Perturbação do espectro do autismo Special education Autism spectrum disorder Social communication
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este artigo descreve e problematiza as características da Comunicação Social na Perturbação do Espetro do Autismo (PEA), tendo por base os critérios de diagnóstico do Manual de Diagnóstico das Perturbações Mentais, DSM 5. Destaca, entre outros aspetos, a fusão da interação social com a comunicação relevando a sua importância para a definição do diagnóstico e da intervenção em crianças com PEA. Confronta ainda as diferentes perspectivas que sustentam argumentos e críticas à classificação proposta pelo DSM-5. Analisa a especificidade da linguagem, do discurso, da pragmática, da prosódia da sintaxe, da morfologia e da semântica na criança com PEA, bem como as suas implicações na adequação e desenvolvimento das suas competências comunicativas. A identificação destas competências reforça a importância de uma intervenção o mais precoce possível, realizada nos contextos naturais, da criança e da sua família, que objetive a potencialização de níveis de envolvimento e participação da criança, promotores de oportunidades de aprendizagem e de desenvolvimento das suas competências comunicativas e sociais.