Publicação

O que vale uma estátua? Memória e descolonização mental em Moçambique

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Estive recentemente em Maputo (Moçambique), no quadro de dois congressos, onde apresentei comunicações: Congresso Internacional “Cultura e Turismo: desenvolvimento nacional, promoção da paz e aproximação entre nações”, realizado na Universidade A Politécnica, nos dias 26 e 27 de novembro de 2018; e no XIII Congresso da Lusocom - Federação Lusófona de Ciências da Comunicação, na Universidade Eduardo Mondlane, nos dias 28 e 29 de novembro de 2018. Aproveitei para conhecer Maputo, deslocando-me na maior parte das vezes a pé na tentativa de olhar para a forma como o Estado moçambicano se relaciona com a memória, tendo por base o facto de eu integrar o projeto de investigação que decorre no quadro do CECS-Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho (em parceria com a Universidade Eduardo Mondlane), intitulado “Memories, cultures and identities: how the past weights on the present-day intercultural relations in Mozambique and Portugal?”, financiado pela FCT-Fundação para a Ciência e Tecnologia/Fundação Aga Khan. Será que a mente está descolonizada em Moçambique (Mbembe, 2017)? É a pergunta que, com este ensaio, me proponho dar resposta.
Autores principais:Sousa, Vítor de
Assunto:Memória Identidade Estatuária colonial de Moçambique Colonialismo Pós-colonialismo
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Estive recentemente em Maputo (Moçambique), no quadro de dois congressos, onde apresentei comunicações: Congresso Internacional “Cultura e Turismo: desenvolvimento nacional, promoção da paz e aproximação entre nações”, realizado na Universidade A Politécnica, nos dias 26 e 27 de novembro de 2018; e no XIII Congresso da Lusocom - Federação Lusófona de Ciências da Comunicação, na Universidade Eduardo Mondlane, nos dias 28 e 29 de novembro de 2018. Aproveitei para conhecer Maputo, deslocando-me na maior parte das vezes a pé na tentativa de olhar para a forma como o Estado moçambicano se relaciona com a memória, tendo por base o facto de eu integrar o projeto de investigação que decorre no quadro do CECS-Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho (em parceria com a Universidade Eduardo Mondlane), intitulado “Memories, cultures and identities: how the past weights on the present-day intercultural relations in Mozambique and Portugal?”, financiado pela FCT-Fundação para a Ciência e Tecnologia/Fundação Aga Khan. Será que a mente está descolonizada em Moçambique (Mbembe, 2017)? É a pergunta que, com este ensaio, me proponho dar resposta.