Publicação
Devoração método, devoração ethos: prescrições antropofágicas para a comunicação contemporânea
| Resumo: | A antropofagia é uma ideia de matriz ameríndia que foi reimaginada, sobretudo, pelo trabalho do filósofo e poeta brasileiro Oswald de Andrade. Inicialmente concebida por ele como um conceito no campo da estética, em seus quase 100 anos de trajetória teórica, a antropofagia foi atravessada por inúmeros outros usos conceituais e éticos. Neste ensaio, buscamos reintroduzi- la no pensamento contemporâneo de duas maneiras. Em primeiro lugar, e rapidamente, como um princípio metodológico cujas ressonâncias invocam noções de Gilles Deleuze e Michel Foucault. E, em segundo lugar, de forma mais detalhada, enquanto um ethos prescritível aos usuários das plataformas digitais de comunicação — uma atitude antropofágica que contrapomos às devorações conceituais do vampiro e do zumbi, em um esboço de fiction-theory que nos ajuda a compreender aspectos da comunicação digital no presente. |
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| Autores principais: | Melhado, Felipe |
| Outros Autores: | Rabot, Jean-Martin; Martins, Moisés de Lemos; Junior, Norval Baitello |
| Assunto: | Antropofagia Novas tecnologias Plataformas digitais |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A antropofagia é uma ideia de matriz ameríndia que foi reimaginada, sobretudo, pelo trabalho do filósofo e poeta brasileiro Oswald de Andrade. Inicialmente concebida por ele como um conceito no campo da estética, em seus quase 100 anos de trajetória teórica, a antropofagia foi atravessada por inúmeros outros usos conceituais e éticos. Neste ensaio, buscamos reintroduzi- la no pensamento contemporâneo de duas maneiras. Em primeiro lugar, e rapidamente, como um princípio metodológico cujas ressonâncias invocam noções de Gilles Deleuze e Michel Foucault. E, em segundo lugar, de forma mais detalhada, enquanto um ethos prescritível aos usuários das plataformas digitais de comunicação — uma atitude antropofágica que contrapomos às devorações conceituais do vampiro e do zumbi, em um esboço de fiction-theory que nos ajuda a compreender aspectos da comunicação digital no presente. |
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