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Envelhecimento activo, educação e promoção da saúde na população idosa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Estamos perante uma sociedade cada vez mais envelhecida, onde o bem-estar e a saúde estão cada vez mais relacionados com o estilo de vida das pessoas e os seus comportamentos. Estas transformações sociais exigem uma adaptação e um relacionamento cada vez maior com a educação e com a saúde. A sociedade defronta-se com um novo desafio, o de conciliar o aumento da longevidade a par da qualidade de vida. A educação para a saúde é o pilar para o desenvolvimento de comportamentos saudáveis, tendo em vista a promoção da saúde e bem-estar dos indivíduos e da comunidade, uma vez que com o avançar dos anos, estes são acompanhados de situações de incapacidade e doença susceptíveis de prevenção. Tendo em conta estes princípios, este trabalho pretendeu intervir numa determinada realidade social procurando desenvolver e promover a participação activa, de forma a desenvolver comportamentos saudáveis tendo em vista a promoção da saúde e o envelhecimento activo, melhorando, assim, a qualidade de vida. Este trabalho foi desenvolvido em duas valências da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, mais precisamente na Unidade de Convalescença e no Lar S. José. Para a sua realização enveredamos por um trabalho de Investigação-Acção participativa de cariz qualitativo, onde utilizamos como meio de intervenção a animação sociocultural. Como instrumentos de recolha de dados utilizamos leituras, conversas informais, análise documental, observação participante, entrevista não estruturada e semi-estruturada e inquérito por questionário. Tendo em conta que para esta metodologia não há uma técnica específica, utilizamos diversas técnicas de forma a alcançarmos os nossos objectivos, entre as quais, jogos, teatro, expressão plástica, leituras participativas, etc. O público-alvo referente à Unidade de Convalescença demonstrou, no final da implementação deste projecto, uma maior motivação para participar no seu processo de recuperação. Os utentes do Lar tornaram-se mais activos e mais realizados emocionalmente.
Autores principais:Silva, Aurora de Fátima Barbosa da
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Estamos perante uma sociedade cada vez mais envelhecida, onde o bem-estar e a saúde estão cada vez mais relacionados com o estilo de vida das pessoas e os seus comportamentos. Estas transformações sociais exigem uma adaptação e um relacionamento cada vez maior com a educação e com a saúde. A sociedade defronta-se com um novo desafio, o de conciliar o aumento da longevidade a par da qualidade de vida. A educação para a saúde é o pilar para o desenvolvimento de comportamentos saudáveis, tendo em vista a promoção da saúde e bem-estar dos indivíduos e da comunidade, uma vez que com o avançar dos anos, estes são acompanhados de situações de incapacidade e doença susceptíveis de prevenção. Tendo em conta estes princípios, este trabalho pretendeu intervir numa determinada realidade social procurando desenvolver e promover a participação activa, de forma a desenvolver comportamentos saudáveis tendo em vista a promoção da saúde e o envelhecimento activo, melhorando, assim, a qualidade de vida. Este trabalho foi desenvolvido em duas valências da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, mais precisamente na Unidade de Convalescença e no Lar S. José. Para a sua realização enveredamos por um trabalho de Investigação-Acção participativa de cariz qualitativo, onde utilizamos como meio de intervenção a animação sociocultural. Como instrumentos de recolha de dados utilizamos leituras, conversas informais, análise documental, observação participante, entrevista não estruturada e semi-estruturada e inquérito por questionário. Tendo em conta que para esta metodologia não há uma técnica específica, utilizamos diversas técnicas de forma a alcançarmos os nossos objectivos, entre as quais, jogos, teatro, expressão plástica, leituras participativas, etc. O público-alvo referente à Unidade de Convalescença demonstrou, no final da implementação deste projecto, uma maior motivação para participar no seu processo de recuperação. Os utentes do Lar tornaram-se mais activos e mais realizados emocionalmente.