Publicação
Educação sexual na educação inclusiva: atitudes de professores diante de situações projetivas envolvendo comportamentos sexuais de alunos
| Resumo: | A Educação Sexual é uma dificuldade para muitos professores nas escolas inclusivas. Este estudo investigou as possíveis atitudes de 55 professores portugueses diante de seis situações projetivas envolvendo o público alvo da educação especial, apresentadas em um questionário, envolvendo diferentes comportamentos sexuais de alunos: autoerotismo (deficiência intelectual- DI), toques indevidos (cego/deficiência visual- DV), beijo/namoro (surdez- S), abuso sexual (deficiência física- DF), pergunta sobre sexo na aula (deficiência múltipla- DM) e exibicionismo (autismo-TEA). Diante das situações, as atitudes mais frequentes relatadas pelos professores foram: o “diálogo acolhedor” (TEA e DM), “pedir ajuda” (DF e TEA) e “corrigir comportamentos” (DI e DV); eles não se omitem diante dos comportamentos, mas não refletem porque eles ocorreram, nem como poderiam preveni-los. Conclui-se que, apesar de uma postura favorável à Educação Sexual na escola, é importante investir na formação continuada e as situações projetivas foram procedimentos úteis no levantamento dessa necessidade. |
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| Autores principais: | Bortolozzi, Ana Cláudia |
| Outros Autores: | Vilaça, Teresa |
| Assunto: | Educação sexual Educação especial Professores Formação Educación sexual Educación especial Maestros Formación Sexual education Special education Teachers Formation Ciências Sociais::Ciências da Educação Educação de qualidade |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A Educação Sexual é uma dificuldade para muitos professores nas escolas inclusivas. Este estudo investigou as possíveis atitudes de 55 professores portugueses diante de seis situações projetivas envolvendo o público alvo da educação especial, apresentadas em um questionário, envolvendo diferentes comportamentos sexuais de alunos: autoerotismo (deficiência intelectual- DI), toques indevidos (cego/deficiência visual- DV), beijo/namoro (surdez- S), abuso sexual (deficiência física- DF), pergunta sobre sexo na aula (deficiência múltipla- DM) e exibicionismo (autismo-TEA). Diante das situações, as atitudes mais frequentes relatadas pelos professores foram: o “diálogo acolhedor” (TEA e DM), “pedir ajuda” (DF e TEA) e “corrigir comportamentos” (DI e DV); eles não se omitem diante dos comportamentos, mas não refletem porque eles ocorreram, nem como poderiam preveni-los. Conclui-se que, apesar de uma postura favorável à Educação Sexual na escola, é importante investir na formação continuada e as situações projetivas foram procedimentos úteis no levantamento dessa necessidade. |
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