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Utilização de recursos digitais nas aulas de apoio educativo : introduzindo processos metacognitivos e de autorregulação das aprendizagens

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta investigação, suportada pela utilização de recursos educativos da Escola Virtual da Porto Editora, tem como objetivo verificar a influência das Novas Tecnologias Educativas na introdução de processos metacognitivos e da autorregulação das aprendizagens e confirmar estudos, mais extensos e aprofundados, sob a forma como os alunos se relacionam com a própria aprendizagem, incidindo sobre os métodos de estudo e a compreensão que estes possuem quanto os mecanismos da autorregulação, a sua perceção, utilidade e capacidade de aplicação. Com este tema de fundo, procuramos mais e ainda indícios que permitisse sugerir que tipologia de utilização das Novas Tecnologias Educativas revela melhor base instrumental para o desenvolvimento de processos da autorregulação das aprendizagens, de forma a abrir caminho para futuros estudos que desenvolvam a sua aplicação, relacionar outras experiências em curso e atestar a aplicação desta. Recorremos a instrumentos validados através de diversas investigações anteriores que tiveram como objetivo o estudo das componentes da Autorregulação das Aprendizagens, utilizando o modelo PLEA (Planificação, Execução e Avaliação) de Rosário (2004). Como método de investigação optamos por uma investigação de raiz qualitativa, interpretativa, do tipo estudo de caso, através da realização de um minicurso, direcionado a um grupo de oito alunos de uma turma do 11º ano, que frequentavam o serviço de apoio educativo na disciplina de Matemática, com oito sessões que incidiram na sensibilização dos alunos para uma autorreflexão sobre as suas práticas de estudo, dando a conhecer os mecanismos de organização e a utilização de estratégias do estudo, memorização e controlo volitivo, sequencialmente foram apoiados em conteúdos curriculares da disciplina. Pensamos que a utilização das Tecnologias Educativas do tipo hipermédia se revela a mais adequada para abrir campo ao desenvolvimento de estratégias de suporte a autorregulação das aprendizagens pelos alunos. Pensamos ainda que o currículo, desta forma, pode ser trabalhado de forma mais autónoma atingindo-se resultados próximos dos objetivos de sucesso e formação desejados nos nossos alunos e sua inserção na Sociedade do Conhecimento.
Autores principais:Lima, José Carlos Ferreira
Assunto:Autorregulação das aprendizagens Tecnologia educativa Complexidade Pensamento complexo Sociedade do conhecimento Self-regulation of learning Educational technologies Complex systems Complex thought The knowledge society
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Esta investigação, suportada pela utilização de recursos educativos da Escola Virtual da Porto Editora, tem como objetivo verificar a influência das Novas Tecnologias Educativas na introdução de processos metacognitivos e da autorregulação das aprendizagens e confirmar estudos, mais extensos e aprofundados, sob a forma como os alunos se relacionam com a própria aprendizagem, incidindo sobre os métodos de estudo e a compreensão que estes possuem quanto os mecanismos da autorregulação, a sua perceção, utilidade e capacidade de aplicação. Com este tema de fundo, procuramos mais e ainda indícios que permitisse sugerir que tipologia de utilização das Novas Tecnologias Educativas revela melhor base instrumental para o desenvolvimento de processos da autorregulação das aprendizagens, de forma a abrir caminho para futuros estudos que desenvolvam a sua aplicação, relacionar outras experiências em curso e atestar a aplicação desta. Recorremos a instrumentos validados através de diversas investigações anteriores que tiveram como objetivo o estudo das componentes da Autorregulação das Aprendizagens, utilizando o modelo PLEA (Planificação, Execução e Avaliação) de Rosário (2004). Como método de investigação optamos por uma investigação de raiz qualitativa, interpretativa, do tipo estudo de caso, através da realização de um minicurso, direcionado a um grupo de oito alunos de uma turma do 11º ano, que frequentavam o serviço de apoio educativo na disciplina de Matemática, com oito sessões que incidiram na sensibilização dos alunos para uma autorreflexão sobre as suas práticas de estudo, dando a conhecer os mecanismos de organização e a utilização de estratégias do estudo, memorização e controlo volitivo, sequencialmente foram apoiados em conteúdos curriculares da disciplina. Pensamos que a utilização das Tecnologias Educativas do tipo hipermédia se revela a mais adequada para abrir campo ao desenvolvimento de estratégias de suporte a autorregulação das aprendizagens pelos alunos. Pensamos ainda que o currículo, desta forma, pode ser trabalhado de forma mais autónoma atingindo-se resultados próximos dos objetivos de sucesso e formação desejados nos nossos alunos e sua inserção na Sociedade do Conhecimento.