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Modos de deslocamento para a escola em crianças de escolas do meio rural e urbano

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Já são reconhecidos os benefícios da prática de atividade física para a promoção da saúde e qualidade de vida. Contudo, estudos têm evidenciado a prevalência de um comportamento sedentário em crianças, revelando uma realidade preocupante ao nível de saúde pública mundial. O transporte ativo (pé/bicicleta) no trajeto casa-escola pode potencializar o nível diário de atividade física recomendado pela Word Health Organization (WHO) – 60 min e, promover comportamentos ativos e saudáveis na rotina de vida das crianças. Este estudo objetivou descrever as formas de deslocamento no trajeto casa-escola em contextos rural/urbano e identificar as principais limitações ao transporte ativo. Participaram 268 alunos do 2º ciclo (EB) de duas escolas do Distrito de Braga, sendo uma urbana (148 alunos) e uma rural (120 alunos). Os resultados demonstraram que 84,3% das crianças se deslocam de forma passiva, sendo o automóvel o meio mais utilizado (48,3%) e por último o deslocamento a pé (15,7%). As crianças que estudam no meio urbano se deslocam mais de forma ativa (22,2%) em detrimento do meio rural (7,7%), evidenciando-se associação significativa. As principais limitações foram a distância, insegurança no trânsito/violência e falta de infra-estrutura adequada favorável ao deslocamento ativo (passeios, ciclovias, etc.).
Autores principais:Souza, Sérgio
Outros Autores:Pereira, Beatriz; Matos, Ana Paula Rodrigues; Cunha, Joaquim Octávio; Costa, Lourival; Silva, Ana
Assunto:Transporte Ativo Escola Crianças Rural Atividade física Urbano
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Já são reconhecidos os benefícios da prática de atividade física para a promoção da saúde e qualidade de vida. Contudo, estudos têm evidenciado a prevalência de um comportamento sedentário em crianças, revelando uma realidade preocupante ao nível de saúde pública mundial. O transporte ativo (pé/bicicleta) no trajeto casa-escola pode potencializar o nível diário de atividade física recomendado pela Word Health Organization (WHO) – 60 min e, promover comportamentos ativos e saudáveis na rotina de vida das crianças. Este estudo objetivou descrever as formas de deslocamento no trajeto casa-escola em contextos rural/urbano e identificar as principais limitações ao transporte ativo. Participaram 268 alunos do 2º ciclo (EB) de duas escolas do Distrito de Braga, sendo uma urbana (148 alunos) e uma rural (120 alunos). Os resultados demonstraram que 84,3% das crianças se deslocam de forma passiva, sendo o automóvel o meio mais utilizado (48,3%) e por último o deslocamento a pé (15,7%). As crianças que estudam no meio urbano se deslocam mais de forma ativa (22,2%) em detrimento do meio rural (7,7%), evidenciando-se associação significativa. As principais limitações foram a distância, insegurança no trânsito/violência e falta de infra-estrutura adequada favorável ao deslocamento ativo (passeios, ciclovias, etc.).