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Avaliação e intervenção na linguagem em crianças em idade pré-escolar num contexto inclusivo: um estudo exploratório na Região Norte

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A avaliação e intervenção precoce ao nível da linguagem permitirá que as crianças desenvolvam competências linguísticas, sociais, emocionais e cognitivas antes da entrada no Primeiro Ciclo do Ensino Básico. O crescente interesse nacional e internacional traduz a necessidade de investigar o desenvolvimento da linguagem nas crianças em idade pré-escolar. Deste modo, este estudo pretende verificar a eficácia de um programa de intervenção em crianças na educação préescolar constituído por 15 sessões divididas em 5 semanas, que se domina Programa de Intervenção em Linguagem Oral e Literacia Emergente Pré-Escolar (PILLAR) focado na consciência fonológica, narrativa oral, vocabulário, escrita inventada e letras. A amostra é constituída por 20 crianças entre os 4 e os 6 anos. Foi aplicado o “Rastreio de Literacia Emergente Pré-Escolar” (RaLEPE) nas salas da instituição num primeiro momento como forma de identificação e análise precoce das competências de linguagem e literacia emergente das crianças. No que diz respeito à avaliação foi aplicada uma bateria de provas do projeto POLLILUX e do instrumento TL-ALPE e na intervenção foi aplicado o programa PILLAR implementado na modalidade presencial em crianças com e sem Necessidades Especiais, de idade pré-escolar de uma IPSS da Região Norte. Pelos dados, podemos constatar que o programa de intervenção aplicado, evidenciou efeitos nos resultados do grupo de intervenção nomeadamente nas competências “Fonema Inicial”, “Segmentação Silábica” e “Prova Molly Total” presentes na avaliação dos testes POLLILUX. Este estudo reflete ser relevante, na medida em que, as competências linguísticas na sua vertente oral são percursoras da aprendizagem da leitura e da escrita e, posteriormente dos resultados académicos. Assim, neste sentido, a deteção e intervenção precoce junto de crianças em risco pode colmatar diversas dificuldades sentidas na entrada para o primeiro ciclo do Ensino Básico.
Autores principais:Rebelo, Lara Alexandra Pinto
Assunto:Avaliação Educação pré-escolar Intervenção Linguagem Literacia emergente Assessment Emergent literacy Intervention Language Preschool education
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A avaliação e intervenção precoce ao nível da linguagem permitirá que as crianças desenvolvam competências linguísticas, sociais, emocionais e cognitivas antes da entrada no Primeiro Ciclo do Ensino Básico. O crescente interesse nacional e internacional traduz a necessidade de investigar o desenvolvimento da linguagem nas crianças em idade pré-escolar. Deste modo, este estudo pretende verificar a eficácia de um programa de intervenção em crianças na educação préescolar constituído por 15 sessões divididas em 5 semanas, que se domina Programa de Intervenção em Linguagem Oral e Literacia Emergente Pré-Escolar (PILLAR) focado na consciência fonológica, narrativa oral, vocabulário, escrita inventada e letras. A amostra é constituída por 20 crianças entre os 4 e os 6 anos. Foi aplicado o “Rastreio de Literacia Emergente Pré-Escolar” (RaLEPE) nas salas da instituição num primeiro momento como forma de identificação e análise precoce das competências de linguagem e literacia emergente das crianças. No que diz respeito à avaliação foi aplicada uma bateria de provas do projeto POLLILUX e do instrumento TL-ALPE e na intervenção foi aplicado o programa PILLAR implementado na modalidade presencial em crianças com e sem Necessidades Especiais, de idade pré-escolar de uma IPSS da Região Norte. Pelos dados, podemos constatar que o programa de intervenção aplicado, evidenciou efeitos nos resultados do grupo de intervenção nomeadamente nas competências “Fonema Inicial”, “Segmentação Silábica” e “Prova Molly Total” presentes na avaliação dos testes POLLILUX. Este estudo reflete ser relevante, na medida em que, as competências linguísticas na sua vertente oral são percursoras da aprendizagem da leitura e da escrita e, posteriormente dos resultados académicos. Assim, neste sentido, a deteção e intervenção precoce junto de crianças em risco pode colmatar diversas dificuldades sentidas na entrada para o primeiro ciclo do Ensino Básico.