Publicação
Dar uma segunda vida aos desperdícios da planta de cannabis, criando embalagens com atividade antibacteriana e antioxidante
| Resumo: | Os plásticos são materiais de amplo uso na sociedade moderna. Estes possuem inúmeros usos, devido à sua versatilidade, mas são altamente poluentes. Desde plásticos grandes, como sacos de compras, até partículas ínfimas provenientes como fibras de tecido sintético, estes poluem ambientes aquáticos, terrestres e, em alguns casos, até o próprio ar que respiramos. Assim nasce a necessidade de procurar novas alternativas a estes materiais. Alternativas renováveis e de baixo custo podem ser encontradas em materiais de origem orgânica como é o caso dos biocompósitos de micélio. Estes são amalgamas de materiais vegetal e fungos que usam o material vegetal para o seu crescimento. Uma aplicação na qual estes materiais podem vir a substituir os plásticos são as embalagens de alimentos. Embalagens de plástico são uma fonte de micro e nanoplásticos na alimentação humana que têm efeitos negativos na saúde. Este trabalho procurou ir um passo à frente no âmbito das embalagens verdes ao produzir um biocompósito com bioatividade. Vários fungos filamentosos foram testados quanto à sua capacidade de consumir Cannabis L. sativa (cânhamo), e assim, foi desenvolvida uma pasta com atividade antioxidante e antibacteriana com o objetivo de aumentar o tempo de prateleira de alimentos em contacto com a mesma, devido às propriedades bioativas inerentes dos resíduos de cânhamo utilizados. |
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| Autores principais: | Fernandes, Alexandre Faria Macedo |
| Assunto: | Biocompósitos de micélio Cânhamo Fungos Ciências Naturais::Outras Ciências Naturais |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Os plásticos são materiais de amplo uso na sociedade moderna. Estes possuem inúmeros usos, devido à sua versatilidade, mas são altamente poluentes. Desde plásticos grandes, como sacos de compras, até partículas ínfimas provenientes como fibras de tecido sintético, estes poluem ambientes aquáticos, terrestres e, em alguns casos, até o próprio ar que respiramos. Assim nasce a necessidade de procurar novas alternativas a estes materiais. Alternativas renováveis e de baixo custo podem ser encontradas em materiais de origem orgânica como é o caso dos biocompósitos de micélio. Estes são amalgamas de materiais vegetal e fungos que usam o material vegetal para o seu crescimento. Uma aplicação na qual estes materiais podem vir a substituir os plásticos são as embalagens de alimentos. Embalagens de plástico são uma fonte de micro e nanoplásticos na alimentação humana que têm efeitos negativos na saúde. Este trabalho procurou ir um passo à frente no âmbito das embalagens verdes ao produzir um biocompósito com bioatividade. Vários fungos filamentosos foram testados quanto à sua capacidade de consumir Cannabis L. sativa (cânhamo), e assim, foi desenvolvida uma pasta com atividade antioxidante e antibacteriana com o objetivo de aumentar o tempo de prateleira de alimentos em contacto com a mesma, devido às propriedades bioativas inerentes dos resíduos de cânhamo utilizados. |
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