Publicação
Análise e processamento automático de dados
| Resumo: | O problema da adesão à terapêutica por parte de um doente portador de uma doença crónica é uma preocupação não só dos profissionais de saúde, doentes e suas famílias, mas também dos sistemas de saúde e dos responsáveis políticos. A não adesão constitui um problema de saúde pública com repercussões graves na incidência e prevalência de muitas doenças. Um dos indicadores mais importantes para medir a adesão de um doente à terapêutica é o cumprimento da medicação prescrita pelos médicos. A importância de um método que controle a adesão dos pacientes aos tratamentos em ambulatório é sobejamente conhecida. Estes métodos de controlo podem ser diretos ou indiretos. Neste estudo apresentamos um método indireto, baseado em contagem de medicamentos, para avaliar a adesão de um paciente ao tratamento. Para este efeito analisaram-se dados relativos a duas Unidades de Saúde portuguesas de regiões distintas. O método proposto não inclui informação sobre medicação que o doente pode ter em stock (esta informação não consta das bases de dados), assim como considera que um paciente quando adere a um medicamento adere a todos. Depois de obtidos valores para a variável “adesão”, estudamos as percentagens de adesão nas duas Unidades de Saúde para os doentes com VIH/SIDA e modelamos os dados usando regressão logística com a fim de perceber que covariáveis são importantes para a adesão de um doente à medicação. Posteriormente o modelo encontrado deveria ser incluído numa das aplicações da Empresa para que o profissional de saúde, de acordo com as características do doente (as covariáveis importantes), conseguisse prever a adesão do paciente ao tratamento. Tal não foi conseguido. De facto, o modelo encontrado não é satisfatório para modelar a “não adesão”. |
|---|---|
| Autores principais: | Gomes, Fernando Miguel Pereira |
| Assunto: | Adesão Doença crónica Método indireto Regressão logística Adherence Chronic disease Indirect method Logistic regression |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O problema da adesão à terapêutica por parte de um doente portador de uma doença crónica é uma preocupação não só dos profissionais de saúde, doentes e suas famílias, mas também dos sistemas de saúde e dos responsáveis políticos. A não adesão constitui um problema de saúde pública com repercussões graves na incidência e prevalência de muitas doenças. Um dos indicadores mais importantes para medir a adesão de um doente à terapêutica é o cumprimento da medicação prescrita pelos médicos. A importância de um método que controle a adesão dos pacientes aos tratamentos em ambulatório é sobejamente conhecida. Estes métodos de controlo podem ser diretos ou indiretos. Neste estudo apresentamos um método indireto, baseado em contagem de medicamentos, para avaliar a adesão de um paciente ao tratamento. Para este efeito analisaram-se dados relativos a duas Unidades de Saúde portuguesas de regiões distintas. O método proposto não inclui informação sobre medicação que o doente pode ter em stock (esta informação não consta das bases de dados), assim como considera que um paciente quando adere a um medicamento adere a todos. Depois de obtidos valores para a variável “adesão”, estudamos as percentagens de adesão nas duas Unidades de Saúde para os doentes com VIH/SIDA e modelamos os dados usando regressão logística com a fim de perceber que covariáveis são importantes para a adesão de um doente à medicação. Posteriormente o modelo encontrado deveria ser incluído numa das aplicações da Empresa para que o profissional de saúde, de acordo com as características do doente (as covariáveis importantes), conseguisse prever a adesão do paciente ao tratamento. Tal não foi conseguido. De facto, o modelo encontrado não é satisfatório para modelar a “não adesão”. |
|---|