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O Presidente da República em notícia: análise do primeiro ano de Marcelo Rebelo de Sousa em Belém

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A 9 de março de 2016, ao lado do Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, Marcelo Rebelo de Sousa está quase a concluir o seu discurso de tomada de posse como 20º Presidente da República Portuguesa. Até ali, não houve qualquer frase dirigida ao Governo, alinhado sob a tribuna central. Não haveria de se escutar qualquer referência até ao final da sua primeira intervenção como chefe máximo de um país ainda vergado a uma austeridade que o anterior Presidente não soube aliviar. Em todo o discurso, o leitmotiv foram sempre os portugueses. E a Pátria. “Por isso, aqui estou. Pelo Portugal de sempre”, concluiu. O primeiro-ministro António Costa não demonstrou melindre face a uma omissão bem sublinhada pelos comentadores políticos. Ambos são parecidos no modo algo descontraído como colocam o poder em cena. E isso ajuda a descomprimir ambientes onde a leitura política é corrosiva.
Autores principais:Lopes, Felisbela
Assunto:Marcelo Rebelo de Sousa Portugal Média Análise Cobertura Notícias
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A 9 de março de 2016, ao lado do Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, Marcelo Rebelo de Sousa está quase a concluir o seu discurso de tomada de posse como 20º Presidente da República Portuguesa. Até ali, não houve qualquer frase dirigida ao Governo, alinhado sob a tribuna central. Não haveria de se escutar qualquer referência até ao final da sua primeira intervenção como chefe máximo de um país ainda vergado a uma austeridade que o anterior Presidente não soube aliviar. Em todo o discurso, o leitmotiv foram sempre os portugueses. E a Pátria. “Por isso, aqui estou. Pelo Portugal de sempre”, concluiu. O primeiro-ministro António Costa não demonstrou melindre face a uma omissão bem sublinhada pelos comentadores políticos. Ambos são parecidos no modo algo descontraído como colocam o poder em cena. E isso ajuda a descomprimir ambientes onde a leitura política é corrosiva.