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Avaliação cognitiva, stress ocupacional e burnout em profissionais de saúde: estudo com enfermeiros

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente estudo analisa a importância da influência da avaliação cognitiva sobre o stress ocupacional e o burnout (esgotamento) nos enfermeiros. Participaram nesta investigação 2310 enfermeiros que se encontravam inscritos e em atividade na Ordem dos Enfermeiros de Portugal. Desta amostra, 407 são do sexo masculino (17.7%) e 1895 do sexo feminino (82.3%) com idades compreendidas entre 21 e 66 anos (M = 33.8; DP = 9.4). Realizou-se através de uma recolha com recurso a questionários online entre o dia 10 de Janeiro a 4 de Fevereiro de 2012. Os inquiridos preencheram, inicialmente um questionário sociodemográfico e posteriormente a Escala de Avaliação Cognitiva (EAC), Questionário de Stress nos Profissionais de Saúde (QSPS) e Inventário de Burnout de Maslach – Prestadores de Serviços Humanos (IBM-PSH). Os resultados demonstraram que a avaliação cognitiva tem um papel importante na explicação do fenómeno de burnout assim como os fatores de stress ocupacional. Por fim, os resultados evidenciaram a importância da avaliação cognitiva no estudo das perceções dos enfermeiros e a importância de capacitar estes profissionais de forma a promover uma adaptação mais positiva à sua função, sugerindo a necessidade aprofundar e aumentar o conhecimento sobre esta realidade.
Autores principais:Lopes, Heitor Manoel Frazão
Assunto:Avaliação cognitiva Stress ocupacional Burnout Enfermeiros Saúde Cognitive appraisal Occupational stress Nurses Health
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O presente estudo analisa a importância da influência da avaliação cognitiva sobre o stress ocupacional e o burnout (esgotamento) nos enfermeiros. Participaram nesta investigação 2310 enfermeiros que se encontravam inscritos e em atividade na Ordem dos Enfermeiros de Portugal. Desta amostra, 407 são do sexo masculino (17.7%) e 1895 do sexo feminino (82.3%) com idades compreendidas entre 21 e 66 anos (M = 33.8; DP = 9.4). Realizou-se através de uma recolha com recurso a questionários online entre o dia 10 de Janeiro a 4 de Fevereiro de 2012. Os inquiridos preencheram, inicialmente um questionário sociodemográfico e posteriormente a Escala de Avaliação Cognitiva (EAC), Questionário de Stress nos Profissionais de Saúde (QSPS) e Inventário de Burnout de Maslach – Prestadores de Serviços Humanos (IBM-PSH). Os resultados demonstraram que a avaliação cognitiva tem um papel importante na explicação do fenómeno de burnout assim como os fatores de stress ocupacional. Por fim, os resultados evidenciaram a importância da avaliação cognitiva no estudo das perceções dos enfermeiros e a importância de capacitar estes profissionais de forma a promover uma adaptação mais positiva à sua função, sugerindo a necessidade aprofundar e aumentar o conhecimento sobre esta realidade.