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O passado, o presente e o futuro do planeamento familiar em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Foi em 16 de Março de 1976 que o Dr. Albino Aroso (então Secretário de Estado da Saúde e considerado o Pai do Planeamento Familiar em Portugal), criou um despacho que estabeleceu consultas de Planeamento Familiar nos Centros de Saúde portugueses, integradas nos serviços de saúde materno-infantil. Um mês depois, em Abril de 1976, foi publicada a Constituição que consagrou o Planeamento Familiar Como um direito de todo o cidadão. De qualquer modo, o processo foi lento e só em finais dos anos setenta a maioria dos Centros de Saúde possuíam este tipo de consultas. Outros documentos jurídicos surgiram nas décadas de oitenta e de noventa, direccionando-se para a Educação Sexual e o Planeamento Familiar, mas simplesmente nos-primeiros anos do terceiro milénio parecem estar criadas as condições para uma verdadeira aplicação daqueles documentos. Na presente comunicação é realizada, para além de uma análise retrospectiva do Planeamento Familiar em Portugal, salientando alguns aspectos de base jurídica, uma discussão sobre os trabalhos que foram realizados em Portugal até ao momento à escala nacional e regional relacionando-se com esta temática.
Autores principais:Remoaldo, Paula Cristina Almeida
Assunto:Planeamento familiar Fecundidade Educação sexual Aspectos socio-culturais Family Planning Fertility Sexual Education Socio-Cultural Aspects Planification Familiale Fécondité Education Sexuelle Aspects Socio-Culturels
Ano:2001
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Foi em 16 de Março de 1976 que o Dr. Albino Aroso (então Secretário de Estado da Saúde e considerado o Pai do Planeamento Familiar em Portugal), criou um despacho que estabeleceu consultas de Planeamento Familiar nos Centros de Saúde portugueses, integradas nos serviços de saúde materno-infantil. Um mês depois, em Abril de 1976, foi publicada a Constituição que consagrou o Planeamento Familiar Como um direito de todo o cidadão. De qualquer modo, o processo foi lento e só em finais dos anos setenta a maioria dos Centros de Saúde possuíam este tipo de consultas. Outros documentos jurídicos surgiram nas décadas de oitenta e de noventa, direccionando-se para a Educação Sexual e o Planeamento Familiar, mas simplesmente nos-primeiros anos do terceiro milénio parecem estar criadas as condições para uma verdadeira aplicação daqueles documentos. Na presente comunicação é realizada, para além de uma análise retrospectiva do Planeamento Familiar em Portugal, salientando alguns aspectos de base jurídica, uma discussão sobre os trabalhos que foram realizados em Portugal até ao momento à escala nacional e regional relacionando-se com esta temática.