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Posttraumatic stress disorder checklist for DSM-5 (PCL-5): validação e invariância da medida numa amostra de Bombeiros Voluntários Portugueses

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O PCL-5, questionário que avalia sintomas de Stress Pós-Traumático, não está validado para a população nem para os bombeiros voluntários portugueses. Os bombeiros, devido à exposição a eventos potencialmente traumáticos, são vulneráveis ao desenvolvimento desta perturbação. Estudos indicam que apesar do modelo do DSM-5 apresentar ajustamento adequado, os modelos da Anedonia e Híbrido apresentam o melhor ajustamento. Ademais, são escassos os estudos que analisaram a invariância da medida nos dois sexos. Os objetivos deste estudo foram analisar a estrutura fatorial e a invariância da medida nos dois sexos, numa amostra de bombeiros voluntários portugueses. Uma recolha nacional permitiu analisar dados de 664 bombeiros que responderam a um conjunto de questionários de autorrelato, nomeadamente, o PCL-5 e o BSI. Os resultados indicaram que todos os modelos apresentaram bom ajustamento, com o Híbrido a demonstrar-se o melhor. Ainda, os modelos do DSM-5 e da Anedonia apresentaram invariância configuracional e o Híbrido apresentou invariância métrica. Conforme a literatura, os resultados parecem indicar a necessidade de redefinir a estrutura fatorial da PSPT no DSM-5, sendo o modelo híbrido o mais adequado. Devido à escassez de literatura e à discrepância entre resultados, serão necessários mais estudos acerca da invariância da medida nos dois sexos.
Autores principais:Silva, Joana Catarina Dias da
Assunto:PSPT Bombeiros voluntários portugueses Propriedades psicométricas Estrutura fatorial Invariância da medida PTSD Portuguese volunteer firefighters Psychometric properties Factorial structure Measurement invariance
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O PCL-5, questionário que avalia sintomas de Stress Pós-Traumático, não está validado para a população nem para os bombeiros voluntários portugueses. Os bombeiros, devido à exposição a eventos potencialmente traumáticos, são vulneráveis ao desenvolvimento desta perturbação. Estudos indicam que apesar do modelo do DSM-5 apresentar ajustamento adequado, os modelos da Anedonia e Híbrido apresentam o melhor ajustamento. Ademais, são escassos os estudos que analisaram a invariância da medida nos dois sexos. Os objetivos deste estudo foram analisar a estrutura fatorial e a invariância da medida nos dois sexos, numa amostra de bombeiros voluntários portugueses. Uma recolha nacional permitiu analisar dados de 664 bombeiros que responderam a um conjunto de questionários de autorrelato, nomeadamente, o PCL-5 e o BSI. Os resultados indicaram que todos os modelos apresentaram bom ajustamento, com o Híbrido a demonstrar-se o melhor. Ainda, os modelos do DSM-5 e da Anedonia apresentaram invariância configuracional e o Híbrido apresentou invariância métrica. Conforme a literatura, os resultados parecem indicar a necessidade de redefinir a estrutura fatorial da PSPT no DSM-5, sendo o modelo híbrido o mais adequado. Devido à escassez de literatura e à discrepância entre resultados, serão necessários mais estudos acerca da invariância da medida nos dois sexos.