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Considerações (e desconsiderações) sobre hortas em escolas urbanas e seus objetivos para a educação em ciências e a educação em saúde

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A proliferação, no Brasil, de hortas escolares, pelo seu reconhecimento como facilitadoras do desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis, contrasta com as raras publicações científicas sobre o tema. O artigo baseia-se em resultados parciais de pesquisa que pretende elaborar parâmetros para intervenções com hortas em escolas públicas urbanas no Brasil que favoreçam a Educação em Ciências e em Saúde. Sob a perspectiva pedagógica emancipatória pautada em fundamentos do Programa Nacional de Alimentação Escolar, da Sociologia das Ausências, da Complexidade, da Agroecologia e da Agricultura urbana procedeu-se à análise textual discursiva de relatórios sobre uma experiência com horta em escola pública urbana. São identificados aspectos para sua estruturação físico-pedagógica desconsiderados em grande parte das intervenções: a conjunção entre empenho intelectual e físico, a horizontalidade das relações e conhecimentos, escolha de cultivares com impacto pedagógico e, ainda, conformação ergonômica, equipamentos de segurança e composição de ambiente favorável à experimentação gustativa.
Autores principais:Silva, Elizabete Cristina Ribeiro
Outros Autores:Dysarz, Fernanda Pereira; Cerqueira, Hugo; Fonseca, Alexandre Brasil Carvalho da; Carvalho, Graça Simões de
Assunto:Agricultura urbana Agroecologia Educação alimentar e nutricional Educação em ciências Educação em saúde Horta escolar urbana Urban agriculture Agroecology Food and nutrition education Science education Health education Urban school vegetable garden
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A proliferação, no Brasil, de hortas escolares, pelo seu reconhecimento como facilitadoras do desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis, contrasta com as raras publicações científicas sobre o tema. O artigo baseia-se em resultados parciais de pesquisa que pretende elaborar parâmetros para intervenções com hortas em escolas públicas urbanas no Brasil que favoreçam a Educação em Ciências e em Saúde. Sob a perspectiva pedagógica emancipatória pautada em fundamentos do Programa Nacional de Alimentação Escolar, da Sociologia das Ausências, da Complexidade, da Agroecologia e da Agricultura urbana procedeu-se à análise textual discursiva de relatórios sobre uma experiência com horta em escola pública urbana. São identificados aspectos para sua estruturação físico-pedagógica desconsiderados em grande parte das intervenções: a conjunção entre empenho intelectual e físico, a horizontalidade das relações e conhecimentos, escolha de cultivares com impacto pedagógico e, ainda, conformação ergonômica, equipamentos de segurança e composição de ambiente favorável à experimentação gustativa.