Publicação
A cooperação luso-espanhola na luta contra o terrorismo e a radicalização (2005- 2017)
| Resumo: | Após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, os EUA e o mundo acordaram para a Jihad Global 1.0. Após a autoproclamação do Estado Islâmico, deu-se a evolução da Jihad Global 1.0 para a Jihad Global 2.0. Na atualidade, estamos perante a Jihad Global 3.0, onde o Daesh se apresenta com várias ramificações, forte presença na internet e ligações a grupos terroristas no continente africano, incluindo na zona do Sahel, o que representa um risco para a União Europeia e, consequentemente, para Portugal e Espanha dada a proximidade geográfica destes em relação àquela região. Estados-membros da UE têm sido alvos de ataques por parte do Daesh e de lobos solitários incentivados pelo mesmo, sendo alguns destes cidadãos europeus que se radicalizaram através da internet, fóruns e redes sociais, o que levanta vários problemas no que toca à prevenção de ações terroristas. Neste contexto, ao partir do estudo de caso de Espanha e Portugal, incluídos na pretensão de grande Califado declarada por al-Bagdadi em 2014 e membros da coligação internacional contra os jihadistas na Síria, e aplicando o quadro teórico do Institucionalismo Liberal, a investigação incide sobre a cooperação luso-espanhola na luta contra o terrorismo e a radicalização. Mapeando assim o que se faz e ainda existe por fazer na evolução das dinâmicas cooperativas dos dois países. |
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| Autores principais: | Castro, Tiago Alexandre Fernandes de |
| Assunto: | Terrorismo Radicalização Cooperação Espanha Portugal União Europeia Radicalization Extremism Terrorism Cooperation Spain Portugal |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, os EUA e o mundo acordaram para a Jihad Global 1.0. Após a autoproclamação do Estado Islâmico, deu-se a evolução da Jihad Global 1.0 para a Jihad Global 2.0. Na atualidade, estamos perante a Jihad Global 3.0, onde o Daesh se apresenta com várias ramificações, forte presença na internet e ligações a grupos terroristas no continente africano, incluindo na zona do Sahel, o que representa um risco para a União Europeia e, consequentemente, para Portugal e Espanha dada a proximidade geográfica destes em relação àquela região. Estados-membros da UE têm sido alvos de ataques por parte do Daesh e de lobos solitários incentivados pelo mesmo, sendo alguns destes cidadãos europeus que se radicalizaram através da internet, fóruns e redes sociais, o que levanta vários problemas no que toca à prevenção de ações terroristas. Neste contexto, ao partir do estudo de caso de Espanha e Portugal, incluídos na pretensão de grande Califado declarada por al-Bagdadi em 2014 e membros da coligação internacional contra os jihadistas na Síria, e aplicando o quadro teórico do Institucionalismo Liberal, a investigação incide sobre a cooperação luso-espanhola na luta contra o terrorismo e a radicalização. Mapeando assim o que se faz e ainda existe por fazer na evolução das dinâmicas cooperativas dos dois países. |
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