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Tackling social inequalities in international student mobility during global health crises (ENIS Policy Brief 04/2024)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O artigo “Tackling social inequalities in international student mobility during global health crises” analisa o impacto de crises globais de saúde na mobilidade internacional de estudantes, com foco na pandemia de COVID-19. Com base numa revisão de 48 estudos empíricos publicados entre 2020 e 2022, os autores examinam como essas crises agravam desigualdades sociais que afetam estudantes internacionais. Os resultados indicam que a pandemia intensificou dificuldades económicas, problemas de saúde mental, experiências de discriminação e limitações no acesso a serviços de apoio. Além disso, evidenciam que muitas respostas institucionais e governamentais foram insuficientes para responder às necessidades desta população. O estudo conclui que crises sanitárias tendem a ampliar desigualdades estruturais na mobilidade estudantil internacional, defendendo a implementação de políticas mais inclusivas, apoio financeiro reforçado e estratégias institucionais de resposta a crises para garantir maior equidade.
Autores principais:Guðmarsdóttir, Rúna Vigdís
Outros Autores:Aguiar, Joyce; Almeida, Joana; França, Thais; Jokila, Suvi; Roohi, Sanam; Tavares, Orlanda
Assunto:Crises globais de saúde Ensino superior Desigualdades sociais Mobilidade estudantil internacional COVID-19 International student mobility Social inequalities Higher education Global health crises
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:inglês
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O artigo “Tackling social inequalities in international student mobility during global health crises” analisa o impacto de crises globais de saúde na mobilidade internacional de estudantes, com foco na pandemia de COVID-19. Com base numa revisão de 48 estudos empíricos publicados entre 2020 e 2022, os autores examinam como essas crises agravam desigualdades sociais que afetam estudantes internacionais. Os resultados indicam que a pandemia intensificou dificuldades económicas, problemas de saúde mental, experiências de discriminação e limitações no acesso a serviços de apoio. Além disso, evidenciam que muitas respostas institucionais e governamentais foram insuficientes para responder às necessidades desta população. O estudo conclui que crises sanitárias tendem a ampliar desigualdades estruturais na mobilidade estudantil internacional, defendendo a implementação de políticas mais inclusivas, apoio financeiro reforçado e estratégias institucionais de resposta a crises para garantir maior equidade.

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