Publicação
Social media, uma nova forma de comunicação low-cost? O caso do Facebook
| Resumo: | No artigo ‘O Ano das Redes Sociais’, da revista Meios & Publicidade, publicado a 9 de julho de 2010, o director de Marketing da Unilever, Keith Weed, afirma: “Já não controlamos a mensagem. Nós gerimos o diálogo.” (Weed, 2010; cit. em Marques, 2010: s/p). A Internet desencadeou diversas mudanças no comportamento dos consumidores e, consequentemente, na evolução do consumo. Atualmente, o mundo empresarial tem de se adaptar a um novo ambiente de interação. Os mercados são conversações e, por isso, todas as empresas lucram ao mostrar-se recetivas às ferramentas da web 2.0 e ao procurar beneficiar com a sua utilização. Na rede, as marcas devem procurar as conversações com mais relevância e segui-las atentamente. Progressivamente, a escuta deverá evoluir de forma natural para conversação. Contudo, tal postura ativa implica riscos, sendo o maior o da rejeição. Acima de tudo, confronta a marca com a imediata exigência da contínua e pronta prestação de contas. Disponibilidade real para prestar serviço implica zelo, empenho, customer care. Das multinacionais às médias, pequenas e micro empresas, o poder das redes sociais, como forma de conhecer as opiniões espontâneas dos públicos e estreitar relações com o consumidor final, tornou-se evidente. Numa altura em que os orçamentos de marketing enfrentam mais limitações, talvez as redes sociais, nomeadamente o Facebook, se apresentem como uma escolha credível e mais económica para as empresas comunicarem com os consumidores e tirarem daí o melhor partido. Criado em 4 de Fevereiro de 2004, por Mark Zuckerberg e Eduardo Saverin, o Facebook é a mais poderosa rede social e apresenta números impressionantes. Existem mais de mil milhões de perfis ativos. O presente relatório de estágio propõe-se a analisar comparativamente a forma como duas microempresas, concorrentes da mesma área de negócio, situadas na mesma zona geográfica, com características similares no que respeita à estrutura organizacional e com fortes pontos de contato no que concerne aos objetivos e formas de atuação, gerem as relações com os públicos através da utilização de redes sociais online, nomeadamente o Facebook. Bem como, os desafios e resultados decorrentes dessa interação. |
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| Autores principais: | Sousa, Diana Isabel Cunha |
| Assunto: | Média sociais Facebook Comunicação low-cost Diálogo Social media Low cost communication Dialogue |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | No artigo ‘O Ano das Redes Sociais’, da revista Meios & Publicidade, publicado a 9 de julho de 2010, o director de Marketing da Unilever, Keith Weed, afirma: “Já não controlamos a mensagem. Nós gerimos o diálogo.” (Weed, 2010; cit. em Marques, 2010: s/p). A Internet desencadeou diversas mudanças no comportamento dos consumidores e, consequentemente, na evolução do consumo. Atualmente, o mundo empresarial tem de se adaptar a um novo ambiente de interação. Os mercados são conversações e, por isso, todas as empresas lucram ao mostrar-se recetivas às ferramentas da web 2.0 e ao procurar beneficiar com a sua utilização. Na rede, as marcas devem procurar as conversações com mais relevância e segui-las atentamente. Progressivamente, a escuta deverá evoluir de forma natural para conversação. Contudo, tal postura ativa implica riscos, sendo o maior o da rejeição. Acima de tudo, confronta a marca com a imediata exigência da contínua e pronta prestação de contas. Disponibilidade real para prestar serviço implica zelo, empenho, customer care. Das multinacionais às médias, pequenas e micro empresas, o poder das redes sociais, como forma de conhecer as opiniões espontâneas dos públicos e estreitar relações com o consumidor final, tornou-se evidente. Numa altura em que os orçamentos de marketing enfrentam mais limitações, talvez as redes sociais, nomeadamente o Facebook, se apresentem como uma escolha credível e mais económica para as empresas comunicarem com os consumidores e tirarem daí o melhor partido. Criado em 4 de Fevereiro de 2004, por Mark Zuckerberg e Eduardo Saverin, o Facebook é a mais poderosa rede social e apresenta números impressionantes. Existem mais de mil milhões de perfis ativos. O presente relatório de estágio propõe-se a analisar comparativamente a forma como duas microempresas, concorrentes da mesma área de negócio, situadas na mesma zona geográfica, com características similares no que respeita à estrutura organizacional e com fortes pontos de contato no que concerne aos objetivos e formas de atuação, gerem as relações com os públicos através da utilização de redes sociais online, nomeadamente o Facebook. Bem como, os desafios e resultados decorrentes dessa interação. |
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