Publicação
Pobres, pobreza e caridade, através das constituições sinodais portuguesas, desde a Idade Média ao fim do período moderno
| Resumo: | Emergentes de um sínodo, as constituições sinodais eram um elemento crucial de uma governação observante, de um território episcopal ou arquiepiscopal, que tinham a comunidade cristã e a caritas christiana como indissociáveis. Iniciámos a nossa dissertação com um breve excurso sobre a transformação das comunidades cristãs em paróquias, sobre a formação dos bispados e papel dos bispos e da catedral no processo organizativo da Igreja Católica. A partir daqui, focámo-nos na evolução da figura do pauper e da caritas, ao longo da Idade Média e do período moderno, aliando-as à análise das constituições sinodais portuguesas. Foi nosso principal objetivo saber se as constituições sinodais continham disposições sobre a prática da caridade e espelhavam preocupações com os pobres. Salvo raras excepções, a nossa conclusão é de que são omissas neste particular, confirmando o fraco envolvimento dos padres e paroquianos em obrigações formais de caridade. |
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| Autores principais: | Costa, Mário Miguel Moreira da |
| Assunto: | Caridade Constituições Pauper Pobreza Sínodo Charity Constitutions Poverty Synod |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Emergentes de um sínodo, as constituições sinodais eram um elemento crucial de uma governação observante, de um território episcopal ou arquiepiscopal, que tinham a comunidade cristã e a caritas christiana como indissociáveis. Iniciámos a nossa dissertação com um breve excurso sobre a transformação das comunidades cristãs em paróquias, sobre a formação dos bispados e papel dos bispos e da catedral no processo organizativo da Igreja Católica. A partir daqui, focámo-nos na evolução da figura do pauper e da caritas, ao longo da Idade Média e do período moderno, aliando-as à análise das constituições sinodais portuguesas. Foi nosso principal objetivo saber se as constituições sinodais continham disposições sobre a prática da caridade e espelhavam preocupações com os pobres. Salvo raras excepções, a nossa conclusão é de que são omissas neste particular, confirmando o fraco envolvimento dos padres e paroquianos em obrigações formais de caridade. |
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