Publicação
As representações cartográficas da Capitania do Espírito Santo no século XVII
| Resumo: | Este estudo apresenta e analisa, pela primeira vez, os mais antigos mapas da Capitania do Espírito Santo, desde aquele feito por Luís Teixeira, ca. 1590, até o mapa presente no Zee-Atlas, holandês, ca. 1680. Entre as questões principais que orientaram esta investigação estão: qual era a importância da cartografia no império português moderno? Como se deu o reconhecimento e mapeamento da costa do Brasil e da capitania do Espírito Santo nos séculos XVI e XVII? O que se sabia sobre a capitania então? Como portugueses, holandeses e europeus em geral enxergavam o Espírito Santo? A dissertação é dividida em seis capítulos. O primeiro discute a evolução da cartografia moderna e sua importância no descobrimento e reconhecimento da América portuguesa. O segundo capítulo apresenta os mapas mais antigos da Capitania do Espírito Santo, no contexto da União Ibérica e valorização do Brasil dentro do império português. O capítulo três explora lendas coloniais e a presença religiosa no Espírito Santo nos mais importantes atlas do cartógrafo João Teixeira Albernas I. No quarto são apresentados os mapas que concluíram o mapeamento de toda a costa do Espírito Santo, em um período de Restauração portuguesa. O quinto capítulo explora os atlas de Albernas II e o holandês Zee-Atlas e o último apresenta os resultados dessa campanha de mapeamento do Espírito Santo que durou cerca de um século. |
|---|---|
| Autores principais: | Reis, Fabio Paiva |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | tese de doutoramento |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Este estudo apresenta e analisa, pela primeira vez, os mais antigos mapas da Capitania do Espírito Santo, desde aquele feito por Luís Teixeira, ca. 1590, até o mapa presente no Zee-Atlas, holandês, ca. 1680. Entre as questões principais que orientaram esta investigação estão: qual era a importância da cartografia no império português moderno? Como se deu o reconhecimento e mapeamento da costa do Brasil e da capitania do Espírito Santo nos séculos XVI e XVII? O que se sabia sobre a capitania então? Como portugueses, holandeses e europeus em geral enxergavam o Espírito Santo? A dissertação é dividida em seis capítulos. O primeiro discute a evolução da cartografia moderna e sua importância no descobrimento e reconhecimento da América portuguesa. O segundo capítulo apresenta os mapas mais antigos da Capitania do Espírito Santo, no contexto da União Ibérica e valorização do Brasil dentro do império português. O capítulo três explora lendas coloniais e a presença religiosa no Espírito Santo nos mais importantes atlas do cartógrafo João Teixeira Albernas I. No quarto são apresentados os mapas que concluíram o mapeamento de toda a costa do Espírito Santo, em um período de Restauração portuguesa. O quinto capítulo explora os atlas de Albernas II e o holandês Zee-Atlas e o último apresenta os resultados dessa campanha de mapeamento do Espírito Santo que durou cerca de um século. |
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