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Competências de exploração vocacional de adultos não universitários

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O estudo da exploração vocacional tem decorrido, em grande parte, com grupos de jovens adultos e adultos universitários (c.f. Bardagi & Boff, 2010; Bardagi & Hutz, 2010; Blustein, 1990; Creed, Hood & Patton, 2009; Greenberg & Steinberg, 1986; Stumpf, Colarelli & Hartman, 1983; Taveira, 1997; Teixeira & Gomes, 2005). De forma a contribuir para a conceptualização da exploração vocacional em adultos não universitários, desenvolveu-se um estudo com uma amostra de 300 adultos envolvidos em Processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) e Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA), para obtenção de equivalência ao 6º, 9º e 12º anos de escolaridade, a residirem nos concelhos de Braga, Guimarães e Vizela. Para o efeito, foi adaptada a versão portuguesa (Taveira, 1997) do Career Exploration Survey (CES; Stumpf, Colarelli & Hartman, 1983), uma medida das dimensões comportamentais e cognitivo-motivacionais da exploração vocacional. Os resultados da versão adaptada do CES a adultos não–universitários portugueses sugerem uma consistência interna satisfatória do instrumento, com índices que variam entre 0,60 e 0,88. As médias de resposta obtidas indicam que as crenças acerca da exploração são positivas, que os adultos estão implicados em processos de exploração de si o do meio de forma sistemática e intencional e que, de um modo geral, estão satisfeitos com a informação que possuem sobre o mundo escolar e profissional da exploração e, consequentemente, sentem um nível moderado de stress no processo de exploração.
Autores principais:Silva, Filipa Raquel Fernandes da
Assunto:Exploração vocacional Educação e formação de adultos Adulto não universitários
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O estudo da exploração vocacional tem decorrido, em grande parte, com grupos de jovens adultos e adultos universitários (c.f. Bardagi & Boff, 2010; Bardagi & Hutz, 2010; Blustein, 1990; Creed, Hood & Patton, 2009; Greenberg & Steinberg, 1986; Stumpf, Colarelli & Hartman, 1983; Taveira, 1997; Teixeira & Gomes, 2005). De forma a contribuir para a conceptualização da exploração vocacional em adultos não universitários, desenvolveu-se um estudo com uma amostra de 300 adultos envolvidos em Processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) e Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA), para obtenção de equivalência ao 6º, 9º e 12º anos de escolaridade, a residirem nos concelhos de Braga, Guimarães e Vizela. Para o efeito, foi adaptada a versão portuguesa (Taveira, 1997) do Career Exploration Survey (CES; Stumpf, Colarelli & Hartman, 1983), uma medida das dimensões comportamentais e cognitivo-motivacionais da exploração vocacional. Os resultados da versão adaptada do CES a adultos não–universitários portugueses sugerem uma consistência interna satisfatória do instrumento, com índices que variam entre 0,60 e 0,88. As médias de resposta obtidas indicam que as crenças acerca da exploração são positivas, que os adultos estão implicados em processos de exploração de si o do meio de forma sistemática e intencional e que, de um modo geral, estão satisfeitos com a informação que possuem sobre o mundo escolar e profissional da exploração e, consequentemente, sentem um nível moderado de stress no processo de exploração.