Publicação
A crise económica e a metáfora da baleia branca: representações sociais e estratégias de poupança
| Resumo: | Desde 2008 o mundo alterou a sua visão acerca da importância que o poder económico possui nas nossas vidas. Encontramo-nos numa era assolada pelo hiperconsumismo, os efeitos devastadores fazem-se sentir individualmente, mas economicamente são mais visíveis: estamos mergulhados numa recessão difícil de superar num futuro próximo. A alteração de ciclos e a transformação que a economia sofreu repercutiu-se de forma involuntária nas nossas vidas. Muitas foram as famílias que se viram a braços com uma situação criada pelo sistema financeiro e pelos grandes grupos económicos, a ganância conduziu empresas e famílias a uma condição não só de pobreza, como de inúmeras dificuldades inerentes á falta de dinheiro. A globalização contribuiu negativamente para este fenómeno, na medida em que acelerou todo o processo. Passamos de uma era de anonimato, do desconhecido, para a era da rapidez de proliferação de informação e de fenómenos. Os meios de comunicação possuem um papel fulcral, na medida em que alteram as nossas percepções de acordo com os Grandes Grupos Económicos. A privação material conduz a situações de carência e pobreza levando as pessoas ao desespero, podendo esta situação ganhar nuances radicalistas e de confronto direto com a Democracia. Perante uma grave crise económica como a que vivemos atualmente tende a aumentar a delinquência, o roubo, a prostituição, assim como a Emigração. |
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| Autores principais: | Coelho, Maria Odete da Costa Carvalho |
| Assunto: | Crise económica Recessão Representações sociais Globalização Democracia Pobreza Exclusão social Desemprego Economical crisis Recession Social representations Globalization Democracy Poverty Social exclusion Unemployment |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Desde 2008 o mundo alterou a sua visão acerca da importância que o poder económico possui nas nossas vidas. Encontramo-nos numa era assolada pelo hiperconsumismo, os efeitos devastadores fazem-se sentir individualmente, mas economicamente são mais visíveis: estamos mergulhados numa recessão difícil de superar num futuro próximo. A alteração de ciclos e a transformação que a economia sofreu repercutiu-se de forma involuntária nas nossas vidas. Muitas foram as famílias que se viram a braços com uma situação criada pelo sistema financeiro e pelos grandes grupos económicos, a ganância conduziu empresas e famílias a uma condição não só de pobreza, como de inúmeras dificuldades inerentes á falta de dinheiro. A globalização contribuiu negativamente para este fenómeno, na medida em que acelerou todo o processo. Passamos de uma era de anonimato, do desconhecido, para a era da rapidez de proliferação de informação e de fenómenos. Os meios de comunicação possuem um papel fulcral, na medida em que alteram as nossas percepções de acordo com os Grandes Grupos Económicos. A privação material conduz a situações de carência e pobreza levando as pessoas ao desespero, podendo esta situação ganhar nuances radicalistas e de confronto direto com a Democracia. Perante uma grave crise económica como a que vivemos atualmente tende a aumentar a delinquência, o roubo, a prostituição, assim como a Emigração. |
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