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Ferramentas de verificação formal de protocolos criptográficos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Ao longo destes anos o número de aplicações distribuídas e o uso da Internet têm aumentado consideravelmente. Muitas destas aplicações críticas efetuam um conjunto de operações sensíveis, manipulando frequentemente dados privados e confidenciais. Torna-se deste modo importante que, antes de usufruir de uma estrutura deste tipo, se averigúe quais são as políticas de segurança da aplicação em questão de modo a que, mais tarde, o utilizador não tenha surpresas indesejadas. Os protocolos criptográficos constituem um recurso importante nos componentes dos sistemas encarregues de fornecer as garantias de segurança pretendidas. Tratam-se de protocolos de comunicação normalmente pequenos, que fazem uso de técnicas criptográficas, e que têm objectivos bem especificados como sejam o estabelecimento de uma chave de sessão ou de garantias de autenticidade na comunicação. A natureza crítica desses protocolos justifica que se invista numa análise rigorosa (i.e., formal) desses protocolos, garantindo dessa forma que eles cumprem a função para que foram desenhados. No entanto, a análise desses protocolos tem-se revelado um problema complexo, mesmo quando se atribui um comportamento idealizado às operações criptográficas empregues. Por esse motivo, a comunidade científica tem vindo a propor novas metodologias e ferramentas que auxiliam no processo de verificação formal de protocolos criptográficos. Neste trabalho, iremos apresentar um conjunto representativo de ferramentas para a verificação formal de protocolos criptográficos. Após a exposição das suas principais características e dos respetivos modelos que as suportam, iremos emprega-las na análise de fragmentos de um protocolo concreto que se tem implantado como um standard de facto na internet: o protocolo de autenticação centralizada (Single Sign-On) “OpenID”.
Autores principais:Prada, Inês Isabel Russo
Assunto:Autenticação AVISPA Criptoverif OpenID Protocolos criptográficos Protocolos de Segurança Proverif Sistemas de Autenticação Global Verificação Formal Authentication AVISPA Criptoverif Cryptographic protocols Formal Verification OpenID Proverif Security Protocols Single Sign-On Systems
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Ao longo destes anos o número de aplicações distribuídas e o uso da Internet têm aumentado consideravelmente. Muitas destas aplicações críticas efetuam um conjunto de operações sensíveis, manipulando frequentemente dados privados e confidenciais. Torna-se deste modo importante que, antes de usufruir de uma estrutura deste tipo, se averigúe quais são as políticas de segurança da aplicação em questão de modo a que, mais tarde, o utilizador não tenha surpresas indesejadas. Os protocolos criptográficos constituem um recurso importante nos componentes dos sistemas encarregues de fornecer as garantias de segurança pretendidas. Tratam-se de protocolos de comunicação normalmente pequenos, que fazem uso de técnicas criptográficas, e que têm objectivos bem especificados como sejam o estabelecimento de uma chave de sessão ou de garantias de autenticidade na comunicação. A natureza crítica desses protocolos justifica que se invista numa análise rigorosa (i.e., formal) desses protocolos, garantindo dessa forma que eles cumprem a função para que foram desenhados. No entanto, a análise desses protocolos tem-se revelado um problema complexo, mesmo quando se atribui um comportamento idealizado às operações criptográficas empregues. Por esse motivo, a comunidade científica tem vindo a propor novas metodologias e ferramentas que auxiliam no processo de verificação formal de protocolos criptográficos. Neste trabalho, iremos apresentar um conjunto representativo de ferramentas para a verificação formal de protocolos criptográficos. Após a exposição das suas principais características e dos respetivos modelos que as suportam, iremos emprega-las na análise de fragmentos de um protocolo concreto que se tem implantado como um standard de facto na internet: o protocolo de autenticação centralizada (Single Sign-On) “OpenID”.