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Os administradores, gestores e outros agentes no escândalo financeiro do Grupo Espírito Santo (GES): uma perspetiva com base nas notícias da imprensa escrita

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho tem como objetivo fundamental explorar o papel dos administradores, gestores e outros agentes no escândalo financeiro do GES, tendo por base as notícias da impressa escrita portuguesa. A análise e interpretação dos dados faz-se à luz da teoria da agência. As notícias descritas e analisadas, revelam a atuação pouco ética de vários administradores e gestores do GES, revelando a existência de conflitos de interesse e assimetrias de informação entre esses agentes e os acionistas do universo de empresas do GES, bem como os graves danos causados ao GES, seus acionistas, clientes e demais stakeholders. À luz da teoria da agência estamos claramente perante conflitos de interesse e assimetria de informação entre agentes e os acionistas (principais) e demais stakeholders do GES. No caso particular da atuação de Ricardo Salgado, que assume o duplo papel de agente e acionista, entra-se no quadro da teoria da agência no âmbito das empresas familiares, onde, segundo alguns autores existe um terreno fértil para tensões e conflitos familiares e, muitas vezes, se descura, a missão e objetivos da organização.
Autores principais:Sousa, Daniel Filipe de
Assunto:BES GES Ricardo Salgado Teoria da agência Agentes Principais Stakeholders Agency theory Agent Principal
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este trabalho tem como objetivo fundamental explorar o papel dos administradores, gestores e outros agentes no escândalo financeiro do GES, tendo por base as notícias da impressa escrita portuguesa. A análise e interpretação dos dados faz-se à luz da teoria da agência. As notícias descritas e analisadas, revelam a atuação pouco ética de vários administradores e gestores do GES, revelando a existência de conflitos de interesse e assimetrias de informação entre esses agentes e os acionistas do universo de empresas do GES, bem como os graves danos causados ao GES, seus acionistas, clientes e demais stakeholders. À luz da teoria da agência estamos claramente perante conflitos de interesse e assimetria de informação entre agentes e os acionistas (principais) e demais stakeholders do GES. No caso particular da atuação de Ricardo Salgado, que assume o duplo papel de agente e acionista, entra-se no quadro da teoria da agência no âmbito das empresas familiares, onde, segundo alguns autores existe um terreno fértil para tensões e conflitos familiares e, muitas vezes, se descura, a missão e objetivos da organização.