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A ambivalência de Goa como imagem do império português e as representações da sociedade colonial na literatura luso­-indiana “de recreio”

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Pelo estudo da literatura indo­portuguesa nos séculos XIX e XX, nesta investigação procura­se revisitar a vida cultural de Goa, contribuindo assim para fazer o complexo mapa das vivências e ideologias que o império trouxe à cultura portuguesa e à compreensão que temos do nosso passado histórico e da nossa identidade colectiva. Apresenta­se ainda o contexto de desenvolvimento de uma literatura indo­portuguesa no século XIX através da discussão de alguns excertos de dois folhetins aí publicados: o primeiro conjunto de excertos será retirado de “Traição”, de Frederico Gonçalves, publicado nas páginas do jornal literário “Ilustração Goana" em 1864. O segundo conjunto de citações é de “Jacob e Dulce” de Francisco João da Costa, também conhecido pelo pseudónimo de GIP, texto publicado como romance, mas que apareceu em primeiro lugar como folhetim, nas páginas do Jornal “O Ultramar”, em 1896.
Autores principais:Passos, Joana
Assunto:literatura colonial Resistência anti-colonial Literatura comprometida Lusofonias
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Pelo estudo da literatura indo­portuguesa nos séculos XIX e XX, nesta investigação procura­se revisitar a vida cultural de Goa, contribuindo assim para fazer o complexo mapa das vivências e ideologias que o império trouxe à cultura portuguesa e à compreensão que temos do nosso passado histórico e da nossa identidade colectiva. Apresenta­se ainda o contexto de desenvolvimento de uma literatura indo­portuguesa no século XIX através da discussão de alguns excertos de dois folhetins aí publicados: o primeiro conjunto de excertos será retirado de “Traição”, de Frederico Gonçalves, publicado nas páginas do jornal literário “Ilustração Goana" em 1864. O segundo conjunto de citações é de “Jacob e Dulce” de Francisco João da Costa, também conhecido pelo pseudónimo de GIP, texto publicado como romance, mas que apareceu em primeiro lugar como folhetim, nas páginas do Jornal “O Ultramar”, em 1896.