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Layout urbano em função da eficiência energética dos edifícios
| Summary: | Em termos energéticos, o consumo de energia no sector dos edifícios representa 22% da energia final consumida em Portugal. Apesar de estar longe dos 40% da média comunitária, este consumo tem aumentado preocupantemente a uma taxa de 7.5% ao ano. O consumo de energia nos edifícios aumentou 31% na última década. Este número corresponde a um consumo de energia (e à consequente emissão de CO2) equivalente a 3.5 milhões de toneladas de petróleo. Um dos actuais objectivos da Comissão Europeia consiste em, até 2010, reduzir em 20% o consumo de energia primária no parque habitacional urbano. O comportamento energético dos edifícios urbanos torna-se, deste modo, um alvo de análise e de intervenção prioritário. Grande parte dos factores que afectam o comportamento energético dos edifícios está directamente relacionada com o “layout” urbano adoptado em cada cidade. O modo como os edifícios são implantados no terreno e a própria forma do edifício, têm consequências energéticas significativas para as quais os técnicos têm que estar alertados. É neste sentido que surge este trabalho numa tentativa de fornecer aos técnicos do planeamento urbano elementos que permitam fazer uma análise objectiva das consequências energéticas das diversas opções tomadas. |
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| Main Authors: | Almeida, Manuela Guedes de |
| Other Authors: | Bragança, L.; Mendes, José F. G.; Silva, Sandra Monteiro |
| Subject: | Comportamento energético Edifícios |
| Year: | 2004 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | book part |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Universidade do Minho |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Summary: | Em termos energéticos, o consumo de energia no sector dos edifícios representa 22% da energia final consumida em Portugal. Apesar de estar longe dos 40% da média comunitária, este consumo tem aumentado preocupantemente a uma taxa de 7.5% ao ano. O consumo de energia nos edifícios aumentou 31% na última década. Este número corresponde a um consumo de energia (e à consequente emissão de CO2) equivalente a 3.5 milhões de toneladas de petróleo. Um dos actuais objectivos da Comissão Europeia consiste em, até 2010, reduzir em 20% o consumo de energia primária no parque habitacional urbano. O comportamento energético dos edifícios urbanos torna-se, deste modo, um alvo de análise e de intervenção prioritário. Grande parte dos factores que afectam o comportamento energético dos edifícios está directamente relacionada com o “layout” urbano adoptado em cada cidade. O modo como os edifícios são implantados no terreno e a própria forma do edifício, têm consequências energéticas significativas para as quais os técnicos têm que estar alertados. É neste sentido que surge este trabalho numa tentativa de fornecer aos técnicos do planeamento urbano elementos que permitam fazer uma análise objectiva das consequências energéticas das diversas opções tomadas. |
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