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Animação de tempos livres : representações de adolescentes de 2º e 3º ciclo sobre os centros de atividades de tempos livres

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Sob o tema “Animação de tempos livres: representações dos adolescentes do 2º e 3º ciclo sobre os Centros de Atividades dos Tempos Livres”, demos início ao nosso estudo sobre a temática, onde se pretendia perceber quais as representações que os adolescentes fazem sobre os seus tempos livres e sobre o tempo que estes passam nos CATL’s. Inicialmente aprofundamos o conceito de animação sociocultural, por ser muito amplo e diversificado, abrangendo diferentes públicos-alvo e diversas áreas de intervenção, sendo que paralelamente revimos as indicações existentes sobre o perfil e papel do animador sociocultural. No decorrer do trabalho analisamos a fase da adolescência, faixa etária em que se encontram os nossos intervenientes do estudo, por ser muito ambígua e nem sempre fácil de se compreender. Se, por um lado, estes dão muito valor às relações entre os grupos de pares e às famílias, por vezes também entram em conflito com os segundos, pois nesta fase tentam conquistar a sua independência e autonomia. Durante os seus tempos livres, prezam pelas relações e interações com os pares, embora também não abdiquem das novas tecnologias e do desporto, áreas pelas quais demonstram grande interesse. Através da metodologia de investigação-ação e estudo de caso, com recurso ao questionário e à observação, fomos dissecando os comportamentos dos adolescentes nas suas vivências no CATL, para dessa forma podermos retirar todas as conclusões que nos serviriam para posteriormente respondermos ao objetivo de criar um programa de intervenção motivacional junto dos mesmos. As conclusões do estudo demonstram que os adolescentes gostam de frequentar o CATL, fazendo-o em grande número de forma espontânea, pois assim conseguem ter o tempo ocupado, sendo que preferem ter atividades estipuladas para os momentos de horas livres. Outra conclusão que pudemos retirar deste estudo é que os adolescentes dão grande importância às suas vivências nos grupos de pares em que estão inseridas, sendo este também um dos motivos para uma frequência assídua dos adolescentes no CATL.
Autores principais:Silva, Cecília Joana Ribeiro da
Assunto:Animação sociocultural Tempos livres Animador sociocultural Adolescentes Sociocultural animation FreeTime Sociocultural animator Adolescents
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Sob o tema “Animação de tempos livres: representações dos adolescentes do 2º e 3º ciclo sobre os Centros de Atividades dos Tempos Livres”, demos início ao nosso estudo sobre a temática, onde se pretendia perceber quais as representações que os adolescentes fazem sobre os seus tempos livres e sobre o tempo que estes passam nos CATL’s. Inicialmente aprofundamos o conceito de animação sociocultural, por ser muito amplo e diversificado, abrangendo diferentes públicos-alvo e diversas áreas de intervenção, sendo que paralelamente revimos as indicações existentes sobre o perfil e papel do animador sociocultural. No decorrer do trabalho analisamos a fase da adolescência, faixa etária em que se encontram os nossos intervenientes do estudo, por ser muito ambígua e nem sempre fácil de se compreender. Se, por um lado, estes dão muito valor às relações entre os grupos de pares e às famílias, por vezes também entram em conflito com os segundos, pois nesta fase tentam conquistar a sua independência e autonomia. Durante os seus tempos livres, prezam pelas relações e interações com os pares, embora também não abdiquem das novas tecnologias e do desporto, áreas pelas quais demonstram grande interesse. Através da metodologia de investigação-ação e estudo de caso, com recurso ao questionário e à observação, fomos dissecando os comportamentos dos adolescentes nas suas vivências no CATL, para dessa forma podermos retirar todas as conclusões que nos serviriam para posteriormente respondermos ao objetivo de criar um programa de intervenção motivacional junto dos mesmos. As conclusões do estudo demonstram que os adolescentes gostam de frequentar o CATL, fazendo-o em grande número de forma espontânea, pois assim conseguem ter o tempo ocupado, sendo que preferem ter atividades estipuladas para os momentos de horas livres. Outra conclusão que pudemos retirar deste estudo é que os adolescentes dão grande importância às suas vivências nos grupos de pares em que estão inseridas, sendo este também um dos motivos para uma frequência assídua dos adolescentes no CATL.