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Aplicação de fundos na banca portuguesa

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Resumo:Em contexto da crise económico-financeira, cada vez mais se destaca a importância dos investidores analisarem a situação financeira dos bancos antes de tomar a iniciativa de neles investir. No intuito de construir uma ferramenta auxiliar, para os agentes económicos que pretendam investir na banca portuguesa, surge este trabalho, que tem como objetivo encontrar os indicadores mais relevantes na análise económico-financeira criando, a partir daí, um modelo de classificação dos bancos portugueses, em termos de atratividade, destinada aos investidores. Para a execução deste modelo, foi criada uma metodologia, em que primeiro se efetuou uma abordagem teórica e empírica sustentada pelos principais indicadores para esta análise, e só posteriormente se constituiu o modelo propriamente dito atribuindo aos bancos uma pontuação de 0 a 20, aplicado a uma amostra de doze bancos, num período compreendido entre 2007 e 2011. Foi criado e aplicado um pequeno inquérito por questionário aos profissionais da área, com a intenção de, juntamente com a revisão da literatura, tornar o modelo o menos subjetivo possível. Um dos principais dados obtidos através da aplicação deste modelo foi que, apenas metade da amostra (seis bancos) obtiveram uma classificação positiva, ou seja, acima dos 9,50 pontos. Destacam-se como os bancos com melhor risco de crédito o Crédito Agrícola e o Banco Espírito Santo, obtendo uma pontuação acima dos 15 pontos. A principal conclusão tirada a partir deste trabalho foi a de que, no período da análise, a maioria dos bancos não cumpriram com as exigências impostas pelas entidades reguladoras. Para além da constituição e aplicação deste modelo, este trabalho conta com um “Case Study” – Qual o melhor produto da Caixa Geral de Depósitos para se investir? – a partir do qual se verifica que não existe um único produto que se possa considerar como sendo o melhor, uma vez que isso varia de cliente para cliente, dependendo do seu tipo de perfil.
Autores principais:Alves, Orlando Costa
Assunto:Acordos de Basileia Risco incumprimento Risco de crédito Agências de rating Sistema bancário Gestão de risco Avaliação bancária Basel accords Default risk Credit risk Rating agencies Banking system Risk management Bank evaluation
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Em contexto da crise económico-financeira, cada vez mais se destaca a importância dos investidores analisarem a situação financeira dos bancos antes de tomar a iniciativa de neles investir. No intuito de construir uma ferramenta auxiliar, para os agentes económicos que pretendam investir na banca portuguesa, surge este trabalho, que tem como objetivo encontrar os indicadores mais relevantes na análise económico-financeira criando, a partir daí, um modelo de classificação dos bancos portugueses, em termos de atratividade, destinada aos investidores. Para a execução deste modelo, foi criada uma metodologia, em que primeiro se efetuou uma abordagem teórica e empírica sustentada pelos principais indicadores para esta análise, e só posteriormente se constituiu o modelo propriamente dito atribuindo aos bancos uma pontuação de 0 a 20, aplicado a uma amostra de doze bancos, num período compreendido entre 2007 e 2011. Foi criado e aplicado um pequeno inquérito por questionário aos profissionais da área, com a intenção de, juntamente com a revisão da literatura, tornar o modelo o menos subjetivo possível. Um dos principais dados obtidos através da aplicação deste modelo foi que, apenas metade da amostra (seis bancos) obtiveram uma classificação positiva, ou seja, acima dos 9,50 pontos. Destacam-se como os bancos com melhor risco de crédito o Crédito Agrícola e o Banco Espírito Santo, obtendo uma pontuação acima dos 15 pontos. A principal conclusão tirada a partir deste trabalho foi a de que, no período da análise, a maioria dos bancos não cumpriram com as exigências impostas pelas entidades reguladoras. Para além da constituição e aplicação deste modelo, este trabalho conta com um “Case Study” – Qual o melhor produto da Caixa Geral de Depósitos para se investir? – a partir do qual se verifica que não existe um único produto que se possa considerar como sendo o melhor, uma vez que isso varia de cliente para cliente, dependendo do seu tipo de perfil.