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O brincar na infância é um assunto sério ...
| Resumo: | Muitas crianças passam, atualmente, a maior parte do seu tempo ativo entre contextos formalmente educativos – jardins-de-infância, escolas, atls -, onde o brincar pode estar mais ou menos presente. No presente artigo, pretendemos perceber os significados que as crianças atribuem às atividades propostas nestes contextos, bem como conhecer como as mesmas usufruem do seu direito de brincar. Temos como princípio o reconhecimento das crianças como atores sociais, sujeitos de direitos, entre eles, o direito à participação em assuntos que lhes digam diretamente respeito, a assuntos de seu interesse, nomeadamente, o direito ao brincar. Nesse sentido, decidimos ouvir e observar um grupo de crianças que frequentam diariamente dois contextos diferentes: um jardim-de-infância e um Centro de Atividades Tempos Livres; ou seja, terminado o tempo de funcionamento de um, as crianças são deslocadas para o outro onde estão uma média de três horas diárias. Por fim, propomos uma reflexão sobre a seriedade com que o brincar precisa de ser encarado. |
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| Autores principais: | Sarmento, Teresa |
| Outros Autores: | Ferreira, Maria Clara |
| Assunto: | Crianças Brincar Voz |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Muitas crianças passam, atualmente, a maior parte do seu tempo ativo entre contextos formalmente educativos – jardins-de-infância, escolas, atls -, onde o brincar pode estar mais ou menos presente. No presente artigo, pretendemos perceber os significados que as crianças atribuem às atividades propostas nestes contextos, bem como conhecer como as mesmas usufruem do seu direito de brincar. Temos como princípio o reconhecimento das crianças como atores sociais, sujeitos de direitos, entre eles, o direito à participação em assuntos que lhes digam diretamente respeito, a assuntos de seu interesse, nomeadamente, o direito ao brincar. Nesse sentido, decidimos ouvir e observar um grupo de crianças que frequentam diariamente dois contextos diferentes: um jardim-de-infância e um Centro de Atividades Tempos Livres; ou seja, terminado o tempo de funcionamento de um, as crianças são deslocadas para o outro onde estão uma média de três horas diárias. Por fim, propomos uma reflexão sobre a seriedade com que o brincar precisa de ser encarado. |
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