Publicação

Conteúdos digitais (interactivos) para educação : questões de nomenclatura, reutilização, qualidade e usabilidade

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:A produção de conteúdos digitais educativos assume-se cada vez mais como um natural procedimento por parte de professores, tendo em conta as políticas direccionadas para investimentos na área dos equipamentos e artefactos tecnológicos nas escolas. Esta nova realidade conduz a uma clarificação de conceitos quanto à natureza dos produtos gerados em ambientes digitais e com objectivos educacionais, relevando-se as questões que tocam a reutilização, como algo que os professores conhecem e dominam; os padrões de qualidade, que emergem como requisito básico para um maior discernimento educativo perante os imperativos da sociedade em rede; e as premissas resultantes do conceito de usabilidade que podem ser o brilho da jóia pela facilidade de uso e satisfação que conferem aos professores e alunos enquanto produtores e fruidores desses conteúdos. A relação entre os componentes diáctico-pedagógicos que devem enformar os conteúdos digitais educativos e as características das ferramentas de autor que lhes servem de suporte são, em suma, a pedra de toque para a conceptualização do professor enquanto desenhador do currículo que se vê confrontado com a necessidade de transformar os seus modos de ensino e envolver os alunos em novos modos de aprender.
Autores principais:Sousa, Adão
Outros Autores:Coutinho, Clara Pereira
Assunto:Conteúdos digitais Usabilidade
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A produção de conteúdos digitais educativos assume-se cada vez mais como um natural procedimento por parte de professores, tendo em conta as políticas direccionadas para investimentos na área dos equipamentos e artefactos tecnológicos nas escolas. Esta nova realidade conduz a uma clarificação de conceitos quanto à natureza dos produtos gerados em ambientes digitais e com objectivos educacionais, relevando-se as questões que tocam a reutilização, como algo que os professores conhecem e dominam; os padrões de qualidade, que emergem como requisito básico para um maior discernimento educativo perante os imperativos da sociedade em rede; e as premissas resultantes do conceito de usabilidade que podem ser o brilho da jóia pela facilidade de uso e satisfação que conferem aos professores e alunos enquanto produtores e fruidores desses conteúdos. A relação entre os componentes diáctico-pedagógicos que devem enformar os conteúdos digitais educativos e as características das ferramentas de autor que lhes servem de suporte são, em suma, a pedra de toque para a conceptualização do professor enquanto desenhador do currículo que se vê confrontado com a necessidade de transformar os seus modos de ensino e envolver os alunos em novos modos de aprender.