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Islamismo radical: o impacto do uso das redes sociais no processo de radicalização no ISIS

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A planificação espetacular dos atentados de 11 de setembro elevou o terrorismo a uma escala sem precedentes. A comunidade internacional focou-se em elaborar estratégias contraterroristas que pudessem antecipar tanto o terrorismo quanto a radicalização. A radicalização é um processo complexo que pode ser analisado em várias etapas. Existem diversos modelos que explicam esse fenómeno. Durante a Guerra Civil Síria, o ISIS (Estado Islâmico do Iraque e al-Sham) captou um grande número de combatentes graças ao uso inteligente das redes sociais. O grupo foi também responsável pela maioria dos ataques terroristas que têm afetado a Europa nos últimos anos. O Estado Islâmico aposta em três principais plataformas para recrutar e radicalizar novos membros: YouTube, Facebook e Twitter. Nessas redes, o grupo cria estratégias elaboradas para alcançar um grande número de pessoas e que são desenhadas em função do público-alvo. O conteúdo da propaganda pode variar, dependendo do público que o ISIS deseja atrair, o que inclui combatentes, operacionais, pessoal de logística e mulheres, entre outros. Foram tomadas medidas diferenciadas para conter a presença do ISIS nos meios digitais, mas o grupo continua bastante ativo online. A União Europeia (UE) e a Organização das Nações Unidas (ONU) têm adotado políticas e medidas para combater a presença online do grupo e prevenir a radicalização de potenciais aderentes. Apesar dos esforços empenhados para combater o terrorismo e a radicalização, o ISIS continua a contornar essas ações.
Autores principais:Esteves, Mariana Celeiro
Assunto:Europa ISIS Radicalização Redes sociais Terrorismo Europe Radicalization Social networks Terrorism
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A planificação espetacular dos atentados de 11 de setembro elevou o terrorismo a uma escala sem precedentes. A comunidade internacional focou-se em elaborar estratégias contraterroristas que pudessem antecipar tanto o terrorismo quanto a radicalização. A radicalização é um processo complexo que pode ser analisado em várias etapas. Existem diversos modelos que explicam esse fenómeno. Durante a Guerra Civil Síria, o ISIS (Estado Islâmico do Iraque e al-Sham) captou um grande número de combatentes graças ao uso inteligente das redes sociais. O grupo foi também responsável pela maioria dos ataques terroristas que têm afetado a Europa nos últimos anos. O Estado Islâmico aposta em três principais plataformas para recrutar e radicalizar novos membros: YouTube, Facebook e Twitter. Nessas redes, o grupo cria estratégias elaboradas para alcançar um grande número de pessoas e que são desenhadas em função do público-alvo. O conteúdo da propaganda pode variar, dependendo do público que o ISIS deseja atrair, o que inclui combatentes, operacionais, pessoal de logística e mulheres, entre outros. Foram tomadas medidas diferenciadas para conter a presença do ISIS nos meios digitais, mas o grupo continua bastante ativo online. A União Europeia (UE) e a Organização das Nações Unidas (ONU) têm adotado políticas e medidas para combater a presença online do grupo e prevenir a radicalização de potenciais aderentes. Apesar dos esforços empenhados para combater o terrorismo e a radicalização, o ISIS continua a contornar essas ações.