Publicação
Média, género e direitos humanos: diálogos (im)possíveis
| Resumo: | [Excerto] Os média assumem um papel central enquanto (in)formadores da opinião pública, constituindo “lugares sociais e políticos de construção de identidades” (Silveirinha, 2004: 9). São dos mais importantes agentes de socialização, influenciando aquilo que se pensa e como se age individual e coletivamente. Neste sentido, a atenção que tem sido prestada aos média e à relação destes com as (des)igualdades de género e os direitos humanos já não é recente, tendo tido o seu início nas décadas de 1960 e de 1970 (Cerqueira & Cabecinhas, 2012). Desde essa altura até à atualidade, houve mudanças substanciais nas relações de género, no ativismo feminista, no campo mediático e na sociedade em geral (Byerly, 2013; Carter, Steiner & McLaughlin, 2015; Gallagher, 2014; Gallego, 2013; Krijnen, Álvares & Van Bauwel, 2011; Krijnen & Van Bauwel, 2015; Lobo, Silveirinha, Subtil, & Torres, 2015; Ross, 2009; Silveirinha, 2001; Van Zoonen, 1994, 2010, in Cerqueira, Magalhães & Cabecinhas, 2016: 5). |
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| Autores principais: | Cerqueira, Carla Preciosa Braga |
| Outros Autores: | Santos, Anabela Moreira |
| Assunto: | Média Género Direitos Humanos Media Gender Human Rights |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | [Excerto] Os média assumem um papel central enquanto (in)formadores da opinião pública, constituindo “lugares sociais e políticos de construção de identidades” (Silveirinha, 2004: 9). São dos mais importantes agentes de socialização, influenciando aquilo que se pensa e como se age individual e coletivamente. Neste sentido, a atenção que tem sido prestada aos média e à relação destes com as (des)igualdades de género e os direitos humanos já não é recente, tendo tido o seu início nas décadas de 1960 e de 1970 (Cerqueira & Cabecinhas, 2012). Desde essa altura até à atualidade, houve mudanças substanciais nas relações de género, no ativismo feminista, no campo mediático e na sociedade em geral (Byerly, 2013; Carter, Steiner & McLaughlin, 2015; Gallagher, 2014; Gallego, 2013; Krijnen, Álvares & Van Bauwel, 2011; Krijnen & Van Bauwel, 2015; Lobo, Silveirinha, Subtil, & Torres, 2015; Ross, 2009; Silveirinha, 2001; Van Zoonen, 1994, 2010, in Cerqueira, Magalhães & Cabecinhas, 2016: 5). |
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