Publicação
O projecto de reforma do ensino superior no movimento da renovação democrática (1932)
| Resumo: | Na presente comunicação propomo-nos apresentar as críticas à Universidade Portuguesa e as consequentes propostas de reforma surgidas na década de 1930 no seio do movimento sócio político reformista e republicano da Renovação Democrática, que teve em Pedro Veiga, Álvaro Ribeiro e Delfim Santos, alguns dos principais proponentes. Os filósofos e ideólogos deste Movimento foram Álvaro Ribeiro, Delfim Santos e José Marinho, provenientes do escol formado na primeira Faculdade de Letras da Universidade do Porto que tinha sido fundada por Leonardo Coimbra. A acção do Grupo da Renovação Democrática tomou forma com um trabalho preparatório alargado no campo das reformas políticas, económicas e educativas, coordenado pelos seus colaboradores mais próximos. Neste espaço trataremos apenas da reflexão que o Movimento nos legou sobre as reformas pedagógicas que, no entender dos seus membros, urgia lançar no seio das Universidades portuguesas de então. |
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| Autores principais: | Manso, Artur |
| Assunto: | Portugal-ensino universitário-reformas |
| Ano: | 2007 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | palestra |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Na presente comunicação propomo-nos apresentar as críticas à Universidade Portuguesa e as consequentes propostas de reforma surgidas na década de 1930 no seio do movimento sócio político reformista e republicano da Renovação Democrática, que teve em Pedro Veiga, Álvaro Ribeiro e Delfim Santos, alguns dos principais proponentes. Os filósofos e ideólogos deste Movimento foram Álvaro Ribeiro, Delfim Santos e José Marinho, provenientes do escol formado na primeira Faculdade de Letras da Universidade do Porto que tinha sido fundada por Leonardo Coimbra. A acção do Grupo da Renovação Democrática tomou forma com um trabalho preparatório alargado no campo das reformas políticas, económicas e educativas, coordenado pelos seus colaboradores mais próximos. Neste espaço trataremos apenas da reflexão que o Movimento nos legou sobre as reformas pedagógicas que, no entender dos seus membros, urgia lançar no seio das Universidades portuguesas de então. |
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