Publicação

“Como um som de noite e um faiscar de dia”: os impactes da poluição sonora de baixa frequência em áreas residenciais no município de Guimarães, Portugal

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta pesquisa tem por objetivo compreender os impactes da poluição sonora de baixa frequência na qualidade de vida da população e na sustentabilidade dos lugares, no município de Guimarães, Portugal. A investigação realizada foi desdobrada em duas vertentes. A primeira compreendeu medições sumárias realizadas em 2014, totalizando 9 pontos, com o grupo ‘próximo da fonte’, residentes no raio de até 50 metros, e o grupo ‘distante da fonte’, a mais de 250 metros de distância em relação à fonte. A segunda abarcou medições de 72 horas realizadas em 2015, com o grupo ‘muito próximo da fonte’ até 20 metros da fonte. A dimensão subjetiva compreendeu a percepção da incomodidade do ruído pela população usando um inquérito, adaptado da metodologia da Universidade de Salford. Na primeira abordagem, o ruído ultrapassa os valores da curva critério independente do grupo. Na segunda abordagem, os níveis de ruído medidos apresentam características flutuantes, e de acordo com a mesma metodologia, o ruído causado por essas infraestruturas pode ser incomodativo.
Autores principais:Alves, J. A.
Outros Autores:Silva, Lígia Torres; Remoaldo, Paula Cristina Almeida; Mendes, Bruno Ricardo Dias Gonçalves
Assunto:DEFRA Linhas de alta tensão Município de Guimarães Poluição sonora Qualidade vida Ruído baixa frequência
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:inglês
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Esta pesquisa tem por objetivo compreender os impactes da poluição sonora de baixa frequência na qualidade de vida da população e na sustentabilidade dos lugares, no município de Guimarães, Portugal. A investigação realizada foi desdobrada em duas vertentes. A primeira compreendeu medições sumárias realizadas em 2014, totalizando 9 pontos, com o grupo ‘próximo da fonte’, residentes no raio de até 50 metros, e o grupo ‘distante da fonte’, a mais de 250 metros de distância em relação à fonte. A segunda abarcou medições de 72 horas realizadas em 2015, com o grupo ‘muito próximo da fonte’ até 20 metros da fonte. A dimensão subjetiva compreendeu a percepção da incomodidade do ruído pela população usando um inquérito, adaptado da metodologia da Universidade de Salford. Na primeira abordagem, o ruído ultrapassa os valores da curva critério independente do grupo. Na segunda abordagem, os níveis de ruído medidos apresentam características flutuantes, e de acordo com a mesma metodologia, o ruído causado por essas infraestruturas pode ser incomodativo.