Publicação
Jovens sobredotadas e talentosas : singularidades na definição de carreira?
| Resumo: | Ao estudarmos a problemática da sobredotação e dos talentos verificamos que o reconhecimento das jovens sobredotadas e talentosas, bem como o desenvolvimento da sua carreira constituem tópicos que devem ser aprofundados dada a especificidade deste grupo de alunas. Ao longo deste trabalho apresentamos uma revisão da literatura e descrevemos os dados de um estudo exploratório realizado com um grupo de 14 alunos (sete rapazes e sete raparigas), os quais participaram num programa de orientação vocacional ao frequentarem o 9º ano de escolaridade, apresentando uma idade média de 14,6 anos e avaliados num estudo anterior como alunos mais capazes. Analisamos os dados face às expectativas profissionais e opções de prosseguimento de estudos, verificando-se alguma diferenciação entre os rapazes e as raparigas. Terminamos com algumas considerações sobre estudos futuros e práticas educativas que promovam o desenvolvimento integral destas jovens para que possam converter-se em mulheres realizadas. |
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| Autores principais: | Antunes, Ana P. |
| Outros Autores: | Almeida, Leandro S. |
| Assunto: | Mulher Sobredotação Talento Desempenho Carreira Woman Giftedness Talent Performance Career |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Ao estudarmos a problemática da sobredotação e dos talentos verificamos que o reconhecimento das jovens sobredotadas e talentosas, bem como o desenvolvimento da sua carreira constituem tópicos que devem ser aprofundados dada a especificidade deste grupo de alunas. Ao longo deste trabalho apresentamos uma revisão da literatura e descrevemos os dados de um estudo exploratório realizado com um grupo de 14 alunos (sete rapazes e sete raparigas), os quais participaram num programa de orientação vocacional ao frequentarem o 9º ano de escolaridade, apresentando uma idade média de 14,6 anos e avaliados num estudo anterior como alunos mais capazes. Analisamos os dados face às expectativas profissionais e opções de prosseguimento de estudos, verificando-se alguma diferenciação entre os rapazes e as raparigas. Terminamos com algumas considerações sobre estudos futuros e práticas educativas que promovam o desenvolvimento integral destas jovens para que possam converter-se em mulheres realizadas. |
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