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O papel da vergonha e da culpa na postura dos jovens perante a institucionalização

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Compreendendo o aumento da criminalidade juvenil e as consequências associadas, como a continuação da perpetuação de crimes durante o percurso de vida adulta, identificar aspetos que poderão moderar a ascensão no meio do crime é cada vez mais importante. Este estudo desdobrou-se nas motivações subsequentes das emoções de vergonha e culpa experienciadas pelos jovens institucionalizados num Centro Educativo. Os relatos dos jovens institucionalizados revelaram associação entre a experiência de culpa e a existência de uma boa postura perante a institucionalização; a ligação entre experienciação de vergonha e má postura perante institucionalização; que ambas as emoções não são exclusivas, isto é, podem ser vivenciadas simultaneamente, mas que a simples presença de culpa parece ditar uma boa postura perante institucionalização.
Autores principais:Barros, Brenda Bárbara Antunes de
Assunto:Jovens institucionalizados Vergonha Culpa Motivação subsequente Institutionalized youth Shame Guilt Subsequent motivation Ciências Sociais::Psicologia
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Compreendendo o aumento da criminalidade juvenil e as consequências associadas, como a continuação da perpetuação de crimes durante o percurso de vida adulta, identificar aspetos que poderão moderar a ascensão no meio do crime é cada vez mais importante. Este estudo desdobrou-se nas motivações subsequentes das emoções de vergonha e culpa experienciadas pelos jovens institucionalizados num Centro Educativo. Os relatos dos jovens institucionalizados revelaram associação entre a experiência de culpa e a existência de uma boa postura perante a institucionalização; a ligação entre experienciação de vergonha e má postura perante institucionalização; que ambas as emoções não são exclusivas, isto é, podem ser vivenciadas simultaneamente, mas que a simples presença de culpa parece ditar uma boa postura perante institucionalização.