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Modelos paramétricos para o planeamento de cidade sustentáveis – o caso das cidades africanas

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Resumo:Numa altura em que se constata que grande parte da população mundial reside em áreas urbanas e que a sua tendência será para aumentar exponencialmente, as preocupações voltam-se para os problemas urbanos de cidades deficientemente infraestruturadas mas que ao mesmo tempo constituem centros onde se espera grande desenvolvimento e grande expansão. Com efeito as cidades a sul da Europa, nomeadamente no continente Africano, têm registado uma grande procura pelas populações que aí se tentam fixar ocupando as áreas periurbanas, dada a escassez de habitação nos centros urbanos, formando as denominadas “áreas informais”. A apresentação do relatório de Brundtland trouxe com ele a ascensão e consciencialização da importância do conceito de Desenvolvimento Sustentável. De facto, ao ritmo a que as sociedades consomem recursos, no futuro o planeta não será suficiente para atender nem as necessidades atuais nem as necessidades futuras da população. É pois imprescindível garantir a eficácia do desenvolvimento das sociedades e, para esse efeito, as zonas urbanas, enquanto grandes consumidoras de recursos, necessitam de ser reformadas para aumentar o seu nível de eficiência. Nesse sentido o processo de planeamento urbano constitui-se como um instrumento para atingir esse objetivo, suportando-se no conceito do Desenvolvimento Sustentável, definindo estratégias e linhas de ação, com base na recolha e tratamento de dados fidedignos que a tecnologia hoje em dia permite. Assim, na presente dissertação é elaborado um modelo paramétrico de cidade sustentável a aplicar às cidades africanas, atuais e futuras grandes consumidoras de recursos, procurando colmatar as dificuldades de acesso aos recursos básicos necessários para o desenvolvimento e prosperidade de uma sociedade, bem como carências em áreas como a habitação, mobilidade, educação e saúde. Este modelo suportado no conceito da sustentabilidade garantirá que o desenvolvimento destas áreas urbanas previstas crescer exponencialmente se fará de forma sustentável e eficiente.
Autores principais:Curveira, Rui Diogo dos Santos
Assunto:Planeamento urbano sustentável Modelos paramétricos Desenvolvimento sustentável Cidades africanas Áreas informais
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Numa altura em que se constata que grande parte da população mundial reside em áreas urbanas e que a sua tendência será para aumentar exponencialmente, as preocupações voltam-se para os problemas urbanos de cidades deficientemente infraestruturadas mas que ao mesmo tempo constituem centros onde se espera grande desenvolvimento e grande expansão. Com efeito as cidades a sul da Europa, nomeadamente no continente Africano, têm registado uma grande procura pelas populações que aí se tentam fixar ocupando as áreas periurbanas, dada a escassez de habitação nos centros urbanos, formando as denominadas “áreas informais”. A apresentação do relatório de Brundtland trouxe com ele a ascensão e consciencialização da importância do conceito de Desenvolvimento Sustentável. De facto, ao ritmo a que as sociedades consomem recursos, no futuro o planeta não será suficiente para atender nem as necessidades atuais nem as necessidades futuras da população. É pois imprescindível garantir a eficácia do desenvolvimento das sociedades e, para esse efeito, as zonas urbanas, enquanto grandes consumidoras de recursos, necessitam de ser reformadas para aumentar o seu nível de eficiência. Nesse sentido o processo de planeamento urbano constitui-se como um instrumento para atingir esse objetivo, suportando-se no conceito do Desenvolvimento Sustentável, definindo estratégias e linhas de ação, com base na recolha e tratamento de dados fidedignos que a tecnologia hoje em dia permite. Assim, na presente dissertação é elaborado um modelo paramétrico de cidade sustentável a aplicar às cidades africanas, atuais e futuras grandes consumidoras de recursos, procurando colmatar as dificuldades de acesso aos recursos básicos necessários para o desenvolvimento e prosperidade de uma sociedade, bem como carências em áreas como a habitação, mobilidade, educação e saúde. Este modelo suportado no conceito da sustentabilidade garantirá que o desenvolvimento destas áreas urbanas previstas crescer exponencialmente se fará de forma sustentável e eficiente.