Publicação
A Disciplina de História: o que estarão os alunos a aprender sobre o passado?
| Resumo: | Numa sociedade do século XXI, em que cada vez mais se valoriza o agora e as redes sociais, percebe-se que os jovens, de um modo geral, estão cada vez mais focados nos factos do presente e que, dadas todas as alterações sociais e tecnológicas da sociedade ocidental atual, veem a História como algo cada vez mais distante no tempo. Assumindo essa premissa como verdadeira, torna-se muito importante perceber a forma como os jovens alunos de História atribuem sentido histórico ao passado e como se orientam no tempo, de modo a tentar aferir com que tipo de consciência histórica estão a “ver” o mundo. Nesse sentido surge a questão: o que estarão os alunos a aprender sobre o passado e como este se articula com o presente e horizonte de expetativas? A fim de responder a essa questão, foram realizadas tarefas de papel e lápis, durante a prática de ensino supervisionada no 3º ciclo do Colégio de Santa Maria, em Lisboa, onde foi possível observar algumas pistas para tentar compreender a forma como estes alunos atribuem sentido à História. Todo o trabalho desenvolvido durante a prática de ensino supervisionada teve como embasamento teórico a Teoria da História do filósofo alemão Jörn Rüsen. Este filósofo definiu diferentes tipos de atribuição de sentido histórico, que, por sua vez, também podem ser entendidos como diferentes tipos de consciência história. A prática supervisionada de ensino desenvolveu-se a fim de tentar compreender que tipos de consciência histórica os alunos estão a usar tendo por base o modo como constroem e dão sentido à orientação temporal, e perceber o que os alunos estão a aprender sobre o passado. |
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| Autores principais: | Magalhães, Bruna Vicente de Souza |
| Assunto: | História Consciência histórica Sentido histórico Ensino Memória Orientação temporal History Historical consciousness Historical meaning Memory Time orientation |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Numa sociedade do século XXI, em que cada vez mais se valoriza o agora e as redes sociais, percebe-se que os jovens, de um modo geral, estão cada vez mais focados nos factos do presente e que, dadas todas as alterações sociais e tecnológicas da sociedade ocidental atual, veem a História como algo cada vez mais distante no tempo. Assumindo essa premissa como verdadeira, torna-se muito importante perceber a forma como os jovens alunos de História atribuem sentido histórico ao passado e como se orientam no tempo, de modo a tentar aferir com que tipo de consciência histórica estão a “ver” o mundo. Nesse sentido surge a questão: o que estarão os alunos a aprender sobre o passado e como este se articula com o presente e horizonte de expetativas? A fim de responder a essa questão, foram realizadas tarefas de papel e lápis, durante a prática de ensino supervisionada no 3º ciclo do Colégio de Santa Maria, em Lisboa, onde foi possível observar algumas pistas para tentar compreender a forma como estes alunos atribuem sentido à História. Todo o trabalho desenvolvido durante a prática de ensino supervisionada teve como embasamento teórico a Teoria da História do filósofo alemão Jörn Rüsen. Este filósofo definiu diferentes tipos de atribuição de sentido histórico, que, por sua vez, também podem ser entendidos como diferentes tipos de consciência história. A prática supervisionada de ensino desenvolveu-se a fim de tentar compreender que tipos de consciência histórica os alunos estão a usar tendo por base o modo como constroem e dão sentido à orientação temporal, e perceber o que os alunos estão a aprender sobre o passado. |
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