Publicação
Determinantes da propensão à poupança para a reforma em Portugal
| Resumo: | A conjuntura económica vivida pela sociedade portuguesa de alguns anos a esta parte realça a necessidade das famílias portuguesas terem de poupar. A falta de confiança foi dando espaço ao debate de ideias e de opiniões, começou a ser posta em causa a capacidade do sistema público de pensões para assegurar uma reforma aos Portugueses, começou a crescer a necessidade de poupar por conta própria, e de criar um complemento à reforma. Poupar constitui um ato de privação de meios no presente para usufruir no futuro, sendo assim, uma decisão pessoal. Contudo, esta decisão é fortemente influenciada por fatores externos, de origem diversa, nomeadamente a situação económica do país. Importa, pois, perceber o que leva um indivíduo a poupar, uma vez que ainda são limitados os estudos nesta área. É importante perceber se os indivíduos revelam ou não propensão à poupança e quais as variáveis que condicionam a poupança quando esta se verifica. Recorreu-se a um modelo de regressão logística para quantificar a propensão à poupança para a reforma, selecionando um conjunto de variáveis individuais e socioeconómicas e utilizando como base os dados recolhidos pela “IV Sondagem As Pensões e os Hábitos de Poupança em Portugal”, realizada em 2016 pelo Instituto BBVA de Pensões. Os resultados obtidos revelam como determinantes para a propensão à poupança para a reforma as variáveis situação laboral, adequação dos sistemas públicos, preocupação com o futuro das pensões, vínculo laboral, grau de informação e rendimento líquido mensal. Este modelo não demonstrou capacidade preditiva para a amostra estudada. |
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| Autores principais: | Figueiredo, Teresa Carlota Guedes Machado Lemos de |
| Assunto: | Poupança Reforma Pensões Regressão logística Savings Retirement Pensions Logistic regression |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | A conjuntura económica vivida pela sociedade portuguesa de alguns anos a esta parte realça a necessidade das famílias portuguesas terem de poupar. A falta de confiança foi dando espaço ao debate de ideias e de opiniões, começou a ser posta em causa a capacidade do sistema público de pensões para assegurar uma reforma aos Portugueses, começou a crescer a necessidade de poupar por conta própria, e de criar um complemento à reforma. Poupar constitui um ato de privação de meios no presente para usufruir no futuro, sendo assim, uma decisão pessoal. Contudo, esta decisão é fortemente influenciada por fatores externos, de origem diversa, nomeadamente a situação económica do país. Importa, pois, perceber o que leva um indivíduo a poupar, uma vez que ainda são limitados os estudos nesta área. É importante perceber se os indivíduos revelam ou não propensão à poupança e quais as variáveis que condicionam a poupança quando esta se verifica. Recorreu-se a um modelo de regressão logística para quantificar a propensão à poupança para a reforma, selecionando um conjunto de variáveis individuais e socioeconómicas e utilizando como base os dados recolhidos pela “IV Sondagem As Pensões e os Hábitos de Poupança em Portugal”, realizada em 2016 pelo Instituto BBVA de Pensões. Os resultados obtidos revelam como determinantes para a propensão à poupança para a reforma as variáveis situação laboral, adequação dos sistemas públicos, preocupação com o futuro das pensões, vínculo laboral, grau de informação e rendimento líquido mensal. Este modelo não demonstrou capacidade preditiva para a amostra estudada. |
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