Publicação

A herança do autorretrato no cinema feminino: entre a ausência e a presença

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo analisa a herança do autorretrato, enquanto género complexo e subjetivo, no cinema feminino, com especial enfoque na obra da cineasta belga Chantal Akerman. Partindo do enquadramento teórico de Hans Belting, que interpreta as imagens enquanto paradoxos, que representam presenças de ausências, procurarmos descobrir como é que o autor do autorretrato se representa naquilo que mostra e oculta, denotando a progressiva complexidade do ‘Eu’ moderno e em particular na perspetiva de artistas femininas. Neste sentido, aprofundam-se as ambiguidades e contradições que marcam o indivíduo, como este se posiciona no mundo exterior e artístico, movimentando-se na tensão representacional entre a presença e a ausência.
Autores principais:Nabais, Margarida França Martins Rolão
Assunto:Autorretrato Intertextualidade Cinema Chantal Akerman Self-Portrait Intertextuality Film
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Este estudo analisa a herança do autorretrato, enquanto género complexo e subjetivo, no cinema feminino, com especial enfoque na obra da cineasta belga Chantal Akerman. Partindo do enquadramento teórico de Hans Belting, que interpreta as imagens enquanto paradoxos, que representam presenças de ausências, procurarmos descobrir como é que o autor do autorretrato se representa naquilo que mostra e oculta, denotando a progressiva complexidade do ‘Eu’ moderno e em particular na perspetiva de artistas femininas. Neste sentido, aprofundam-se as ambiguidades e contradições que marcam o indivíduo, como este se posiciona no mundo exterior e artístico, movimentando-se na tensão representacional entre a presença e a ausência.