Publicação
Migrantes brasileiros e bolsonarismo: fascismo tupiniquim e as heranças coloniais
| Resumo: | Este trabalho tem por objetivo discorrer sobre os migrantes brasileiros no território português em seu exercício político transnacional durante as eleições de 2018, bem como o impacto das heranças coloniais na construção político-social do Brasil e nos cidadãos brasileiros. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, Jair Messias Bolsonaro venceu as eleições em Portugal, sendo o mais votado nas três cidades equipadas para receber eleitores brasileiros em eleições presidenciais internacionais. O argumento construído é do “bolsonarismo” enquanto tecnologia colonial possível de retomada e avanço do neoliberalismo e da própria constituição do movimento de identidade com o candidato eleito para além do fascismo, mas enquanto fruto da constituição do Brasil face à ausência de rompimentos com valores historicamente conservadores que encontrarão campo fértil para sua reemergência pós golpe 2016. O bolsonarismo é o colonialismo vivo em sua nova face. |
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| Autores principais: | Moraes, Danielle Campos de |
| Assunto: | Brasil Migração Jair Bolsonaro Migrantes brasileiros Bolsonarismo Transnacionalismo Brazilian migrants Bolsonarism Transnationalism |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Este trabalho tem por objetivo discorrer sobre os migrantes brasileiros no território português em seu exercício político transnacional durante as eleições de 2018, bem como o impacto das heranças coloniais na construção político-social do Brasil e nos cidadãos brasileiros. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, Jair Messias Bolsonaro venceu as eleições em Portugal, sendo o mais votado nas três cidades equipadas para receber eleitores brasileiros em eleições presidenciais internacionais. O argumento construído é do “bolsonarismo” enquanto tecnologia colonial possível de retomada e avanço do neoliberalismo e da própria constituição do movimento de identidade com o candidato eleito para além do fascismo, mas enquanto fruto da constituição do Brasil face à ausência de rompimentos com valores historicamente conservadores que encontrarão campo fértil para sua reemergência pós golpe 2016. O bolsonarismo é o colonialismo vivo em sua nova face. |
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