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Arranjo musical e pedagógico na sala de aula: problemáticas, estratégias e sugestões de trabalho (uma abordagem focada na metodologia Orff)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este relatório incide sobre a minha Prática de Ensino Supervisionada (P.E.S.) na Escola E.B. 2,3 Fernando Pessoa ao longo do ano lectivo de 2010/2011. O desenvolvimento da prática instrumental em ensemble na sala de aula é uma finalidade do programa de Educação Musical. Para a sua eficiente implementação, o professor deverá saber dar resposta a problemas diversos e inevitáveis, como, as diferentes “idades musicais” na sala, o compromisso entre manter qualidade discursiva, estilística e exequibilidade técnica, o uso da performance ao serviço da aprendizagem de conteúdos e competências, a adaptação aos recursos existentes diferenciados da sala de aula. Num esforço de procurar soluções ajustadas pareceu-­‐me pertinente analisar e aferir as funções pedagógicas que o arranjo musical pode revestir em contexto educativo, argumentando a ideia, retirada e aferida com base na leitura de uma das mais proeminentes obras didáticas dedicadas à prática instrumental na sala de aula, a Orff-­‐schulwerk, de que aquele pode constituir-­‐se, quando adequadamente orientado como ferramenta de facilitação, optimização e promoção do ensino e aprendizagem da música.
Autores principais:Santiago, Francisco Xavier Mateus Pereira Lopes
Assunto:Arranjo instrumental Instrumental Orff Metodolofia Orff Facilitação da aprendizagem Sala de aula Prática musical em ensemble
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Este relatório incide sobre a minha Prática de Ensino Supervisionada (P.E.S.) na Escola E.B. 2,3 Fernando Pessoa ao longo do ano lectivo de 2010/2011. O desenvolvimento da prática instrumental em ensemble na sala de aula é uma finalidade do programa de Educação Musical. Para a sua eficiente implementação, o professor deverá saber dar resposta a problemas diversos e inevitáveis, como, as diferentes “idades musicais” na sala, o compromisso entre manter qualidade discursiva, estilística e exequibilidade técnica, o uso da performance ao serviço da aprendizagem de conteúdos e competências, a adaptação aos recursos existentes diferenciados da sala de aula. Num esforço de procurar soluções ajustadas pareceu-­‐me pertinente analisar e aferir as funções pedagógicas que o arranjo musical pode revestir em contexto educativo, argumentando a ideia, retirada e aferida com base na leitura de uma das mais proeminentes obras didáticas dedicadas à prática instrumental na sala de aula, a Orff-­‐schulwerk, de que aquele pode constituir-­‐se, quando adequadamente orientado como ferramenta de facilitação, optimização e promoção do ensino e aprendizagem da música.