Publicação
Custos indirectos da dor crónica em Portugal
| Resumo: | RESUMO - Neste trabalho estimam-se os custos indirectos da dor crónica nas costas (lombalgia) e articulações seguindo a metodologia do capital humano. Mais especificamente são estimadas as perdas de produção por redução do emprego e acréscimo do absentismo devidos à dor crónica em Portugal Continental. A análise é feita do ponto de vista da sociedade, considerando a prevalência da dor crónica, numa abordagem bottom-up. Os dados sociodemográficos utilizados provêm do 4º Inquérito Nacional de Saúde, de 2005/2006, e para estimar a produtividade recorreu-se à base de dados salariais “Quadros do Pessoal”, usando-se estimativas dos custos salariais médios por sexo e grupos etários para 2010. O conhecimento dos custos indirectos da dor crónica é um passo relevante no desenvolvimento e consolidação de estratégias de prevenção e tratamento eficientes para mitigar as consequências da dor crónica na saúde e bem-estar dos portugueses. Os custos indirectos da dor crónica nas costas e articulações estimados para Portugal Continental, usando custos salariais de 2010, ascendem aos € 738,85 milhões, sendo € 280,95 milhões devidos ao absentismo gerado pela incapacidade de curto prazo e € 458,90 milhões devidos à redução do volume de emprego por reformas antecipadas e outras formas de não participação no mercado de trabalho. |
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| Autores principais: | Gouveia, Miguel |
| Outros Autores: | Augusto, Margarida |
| Assunto: | Custos de doença Custos indirectos Dor crónica Capital humano Prevalência Lombalgias Articulações Inquérito Nacional de Saúde Cost of illness Indirect costs Chronic pain Human capital Prevalence Low back pain Joint pain National Health Survey |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | RESUMO - Neste trabalho estimam-se os custos indirectos da dor crónica nas costas (lombalgia) e articulações seguindo a metodologia do capital humano. Mais especificamente são estimadas as perdas de produção por redução do emprego e acréscimo do absentismo devidos à dor crónica em Portugal Continental. A análise é feita do ponto de vista da sociedade, considerando a prevalência da dor crónica, numa abordagem bottom-up. Os dados sociodemográficos utilizados provêm do 4º Inquérito Nacional de Saúde, de 2005/2006, e para estimar a produtividade recorreu-se à base de dados salariais “Quadros do Pessoal”, usando-se estimativas dos custos salariais médios por sexo e grupos etários para 2010. O conhecimento dos custos indirectos da dor crónica é um passo relevante no desenvolvimento e consolidação de estratégias de prevenção e tratamento eficientes para mitigar as consequências da dor crónica na saúde e bem-estar dos portugueses. Os custos indirectos da dor crónica nas costas e articulações estimados para Portugal Continental, usando custos salariais de 2010, ascendem aos € 738,85 milhões, sendo € 280,95 milhões devidos ao absentismo gerado pela incapacidade de curto prazo e € 458,90 milhões devidos à redução do volume de emprego por reformas antecipadas e outras formas de não participação no mercado de trabalho. |
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