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O Reyno das Letras. A cultura literária na periferia: Algarve, 1759-1910

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nesta tese, estuda-se a expansão geográfica e social da cultura literária impressa, entre meados do século XVIII e o início do século XX. A análise, discutindo o conceito de periferia, visa contribuir para o conhecimento do meio cultural contemporâneo e para a reflexão em torno do conceito de espaço cultural que a circulação do impresso oferece. Investigam-se, por um lado, as instituições e os agentes que localmente legitimaram e disponibilizaram a cultura tipográfica, avaliando as suas motivações e recursos intelectuais e, por outro lado, partindo dos objectos impressos em circulação, estudam-se os contextos históricos e as práticas concretas de acesso à leitura e à escrita, caracterizando- se comunidades – reais e imaginárias – de leitores, que, em conjunto, mas por diferentes vias, desenharam o padrão da cultura literária oitocentista.
Autores principais:Palma, Patrícia Fátima Martins de Jesus
Assunto:Algarve – Portugal Algarve-Portugal Apropriação cultural Cultural appropriation Elites e sociabilidades intelectuais Elites and intellectual sociabilities História da Cultura History of Culture História do Livro e da Leitura History of books and reading Impresso Print Periferia Periphery Práticas de leitura e de escrita Reading and writing habits Séculos XVIII-XX 18th-20th centuries
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:tese de doutoramento
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Nesta tese, estuda-se a expansão geográfica e social da cultura literária impressa, entre meados do século XVIII e o início do século XX. A análise, discutindo o conceito de periferia, visa contribuir para o conhecimento do meio cultural contemporâneo e para a reflexão em torno do conceito de espaço cultural que a circulação do impresso oferece. Investigam-se, por um lado, as instituições e os agentes que localmente legitimaram e disponibilizaram a cultura tipográfica, avaliando as suas motivações e recursos intelectuais e, por outro lado, partindo dos objectos impressos em circulação, estudam-se os contextos históricos e as práticas concretas de acesso à leitura e à escrita, caracterizando- se comunidades – reais e imaginárias – de leitores, que, em conjunto, mas por diferentes vias, desenharam o padrão da cultura literária oitocentista.