Publicação
Metodologia para o mapeamento de cheias em zonas de risco. Aplicado à bacia hidrográfica do rio Tâmega
| Resumo: | Atualmente as sociedades enfrentam graves problemas associados aos riscos naturais, desde impactes ambientais, a impactes económicos, sociais e culturais. Deste modo, é extremamente importante estudar e conhecer os fatores condicionantes da sua origem, bem como avaliar e mitigar os seus impactes negativos. A Diretiva 2007/60/CE, relativa à avaliação e gestão dos riscos de inundações, estabelece que os Estados-Membros, de modo a disporem de um instrumento de informação eficaz, bem como de uma base para estabelecer prioridades e para a tomada de decisões técnicas, financeiras e políticas racionadas com a gestão de riscos de inundações, devem elaborar cartas de zonas inundáveis e cartas de riscos de inundações, indicando as potenciais consequências associadas a diferentes cenários. Os mapas de inundações são ferramentas de extrema importância, permitindo uma fácil perceção das áreas inundadas e possíveis riscos associados às mesmas. Este estudo consiste aplicação de modelos hidrológicos e hidráulicos na bacia hidrográfica do rio Tâmega, com incidência na cidade de Amarante, com recurso, também, ao desenvolvimento de uma metodologia para produzir a cartografia de zonas inundáveis do caso de estudo. Foram utilizados os softwares HEC-HMS e HEC-RAS para simular o escoamento do rio Tâmega e as possíveis zonas inundáveis, respetivamente. Estes modelos, possibilitam a análise de dados topográficos através do MDT (Modelo Digital de Terreno) utilizado, possibilitando o processamento e visualização dos resultados obtidos. Estes resultados foram posteriormente inseridos no programa ArcGIS, para a elaboração dos mapas de zonas inundáveis para os períodos de retorno de 10, 20, 50, 100 e 500 anos. Este processo consiste na primeira etapa para a obtenção de mapas de zonas de risco de inundação, sendo necessário sobrepor estes mapas aos mapas de elementos de risco expostos. |
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| Autores principais: | Alvernaz, Leandro Luís Brito da Silveira |
| Assunto: | Cheias Modelação Hidráulica Hidrologia Rio Tâmega HEC-HMS HEC-RAS |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Atualmente as sociedades enfrentam graves problemas associados aos riscos naturais, desde impactes ambientais, a impactes económicos, sociais e culturais. Deste modo, é extremamente importante estudar e conhecer os fatores condicionantes da sua origem, bem como avaliar e mitigar os seus impactes negativos. A Diretiva 2007/60/CE, relativa à avaliação e gestão dos riscos de inundações, estabelece que os Estados-Membros, de modo a disporem de um instrumento de informação eficaz, bem como de uma base para estabelecer prioridades e para a tomada de decisões técnicas, financeiras e políticas racionadas com a gestão de riscos de inundações, devem elaborar cartas de zonas inundáveis e cartas de riscos de inundações, indicando as potenciais consequências associadas a diferentes cenários. Os mapas de inundações são ferramentas de extrema importância, permitindo uma fácil perceção das áreas inundadas e possíveis riscos associados às mesmas. Este estudo consiste aplicação de modelos hidrológicos e hidráulicos na bacia hidrográfica do rio Tâmega, com incidência na cidade de Amarante, com recurso, também, ao desenvolvimento de uma metodologia para produzir a cartografia de zonas inundáveis do caso de estudo. Foram utilizados os softwares HEC-HMS e HEC-RAS para simular o escoamento do rio Tâmega e as possíveis zonas inundáveis, respetivamente. Estes modelos, possibilitam a análise de dados topográficos através do MDT (Modelo Digital de Terreno) utilizado, possibilitando o processamento e visualização dos resultados obtidos. Estes resultados foram posteriormente inseridos no programa ArcGIS, para a elaboração dos mapas de zonas inundáveis para os períodos de retorno de 10, 20, 50, 100 e 500 anos. Este processo consiste na primeira etapa para a obtenção de mapas de zonas de risco de inundação, sendo necessário sobrepor estes mapas aos mapas de elementos de risco expostos. |
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