Publicação
Inteligência artificial em cena: agente criador ou ferramenta de criação
| Resumo: | Quando se trata da relação entre Inteligência Artificial e o mundo da arte, muitas polêmicas vêm à tona. As discussões em torno desse tema reivindicam a regulamentação do uso de Inteligência Artificial nas produções artísticas, e põem em voga questões como autoria e compensação monetária em projetos híbridos. Ainda assim, muitos artistas têm usado da Inteligência Artificial como parceira em suas criações. A presente pesquisa procura investigar o papel da Inteligência Artificial usada dentro do processo criativo, no recorte das artes performativas e em sua simbiose com as novas tecnologias. O objetivo é perguntar se ela deve ser entendida como ferramenta ou agente dentro de um processo criativo, ou se deve tomar algum outro formato. Para isso, serão abordados os conceitos de criatividade e Inteligência Artificial, para entender como eles servem um ao outro dentro de processos artísticos híbridos. Também será introduzida a teoria da ciberformance, prática que serviu de base para os objetos de estudo analisados na presente pesquisa: O Quintal da Criaturas Estranhas e Ophilia. Com essa metodologia, pretende-se entender quais são os novos horizontes para a prática das artes performativas futuras, tendo em vista o crescente desenvolvimento de novas tecnologias e de práticas híbridas oriundas de sua fusão com as artes. |
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| Autores principais: | Souza, Daniela de Jesus |
| Assunto: | Inteligência artificial Criatividade Artes performativas Ciberformance Novas tecnologias Artificial Intelligence Creativity Performing arts Cyberformance New technologies |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Quando se trata da relação entre Inteligência Artificial e o mundo da arte, muitas polêmicas vêm à tona. As discussões em torno desse tema reivindicam a regulamentação do uso de Inteligência Artificial nas produções artísticas, e põem em voga questões como autoria e compensação monetária em projetos híbridos. Ainda assim, muitos artistas têm usado da Inteligência Artificial como parceira em suas criações. A presente pesquisa procura investigar o papel da Inteligência Artificial usada dentro do processo criativo, no recorte das artes performativas e em sua simbiose com as novas tecnologias. O objetivo é perguntar se ela deve ser entendida como ferramenta ou agente dentro de um processo criativo, ou se deve tomar algum outro formato. Para isso, serão abordados os conceitos de criatividade e Inteligência Artificial, para entender como eles servem um ao outro dentro de processos artísticos híbridos. Também será introduzida a teoria da ciberformance, prática que serviu de base para os objetos de estudo analisados na presente pesquisa: O Quintal da Criaturas Estranhas e Ophilia. Com essa metodologia, pretende-se entender quais são os novos horizontes para a prática das artes performativas futuras, tendo em vista o crescente desenvolvimento de novas tecnologias e de práticas híbridas oriundas de sua fusão com as artes. |
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